Em Alta NotíciasFutebolPolíticaAcontecimentos internacionaisConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Grã-Bretanha pode perder outro primeiro-ministro?

Crise interna cresce em Downing Street após a renúncia do chefe de gabinete, pressionando Starmer em meio ao escândalo ligado a Mandelson e Epstein

Imagem do autor
Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Keir Starmer is now more isolated than ever after the resignation of his closest aide.
0:00
Carregando...
0:00
  • O premiê britânico, Keir Starmer, enfrenta pressão interna após a renúncia de seu principal assessor, Morgan McSweeney, no fim de semana.
  • McSweeney reconheceu que a escolha de nomear Peter Mandelson para embaixada foi errada e disse ser responsável pelo conselho dado.
  • A crise está ligada aos documentos de Epstein, que mostraram a proximidade entre Mandelson e Epstein, alimentando críticas à liderança de Starmer.
  • Anas Sarwar, líder do Labour na Escócia, tornou-se a figura de maior peso a pedir publicamente a saída de Starmer, sinalizando quebra de apoio dentro do partido.
  • Possíveis substitutos aparecem nos nomes de Angela Rayner, ex-deputada primária, e Wes Streeting, atual secretário de Saúde, mas não houve consenso claro sobre quem assumiria caso Starmer saia.

Não é ainda certo se o premiê britânico Keir Starmer enfrentará sua própria derrota política, mas a pressão interna aumenta. Um episódio recente reacendeu dúvidas sobre a continuidade de seu governo, após a renúncia de um assessor próximo.

Morgan McSweeney, chefe de gabinete de Starmer, deixou o cargo no fim de semana. Ele foi apontado como articulador da vitória do partido nas urnas e como uma das vozes centrais da gestão, ao lado do premiê. A saída aponta para tensões na liderança.

A decisão ocorreu em um momento em que documentos revelados sugerem proximidade entre Peter Mandelson, ex-embaixador britânico e figura influente do Labour, e o escândalo ligado ao financista Jeffrey Epstein. Mandelson já havia se desvinculado de funções públicas, afirmando ter ficado longe do círculo próximo a Epstein.

Segundo informes, novas informações indicam que Mandelson e Epstein mantinham relação mais próxima do que o inicialmente declarado. Em 2008, fala-se de possíveis confidências de interesse estratégico de mercado. A controvérsia fortalece críticas sobre as escolhas políticas de Starmer.

Analistas lembram que a crise envolve também a liderança do Labour no país. Anas Sarwar, líder do Labour na Escócia, foi o primeiro a pedir publicamente a saída de Starmer. A reação de ministros da própria equipe, no entanto, foi defender a permanência do premiê.

Especialistas veem a renúncia de McSweeney como tentativa de ganhar tempo para reorganizar o governo. Já adversários destacam que a defesa de Mandelson é uma fratura na confiança pública e um obstáculo para a continuidade da gestão.

Em meio a cálculos internos, não há um herdeiro claro no Labour. Nomes apontados incluem Angela Rayner, ex-vice-primeira ministra, e Wes Streeting, atual responsável pela Saúde. Cada um carrega apoios e resistências internas relevantes.

O desfecho pode depender também de eleições locais e regionais marcadas para maio. Se o Labour não obtiver resultado favorável, o desgaste de Starmer tende a aumentar, abrindo espaço para movimentos de mudança na liderança. O conjunto de fatores aponta para uma trajetória ainda incerta.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais