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Europa admite ser mais firme com os EUA, aponta relatório de segurança

Europa reconhece que precisa de maior autonomia militar diante dos EUA sob Trump, sinalizando ruptura na aliança e maior independência estratégica

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Donald Trump recently disparaged the courage with which European members of Nato fought in Afghanistan.
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  • Europa reconhece, de forma dolorosa, que precisa ser mais assertiva e mais independente militarmente de uma administração dos EUA que não compartilha mais os valores liberais.
  • O relatório preparado pela Munich Security Conference antecipa um choque ideológico com a Casa Branca de Donald Trump durante a conferência anual de segurança.
  • Pesquisas para o estudo apontam que europeus estão cada vez mais dispostos a atuar sem a liderança dos EUA e que não é mais necessário depender desse papel.
  • O documento afirma que os EUA se afastaram de princípios liberais que sustentaram a ordem do pós-guerra e pode estar levando a uma ordem pós-americana.
  • A recomendação é que líderes europeus adotem estratégias mais ousadas, aprendam com táticas da gestão Trump e fortaleçam instituições para defender regras internacionais, sem depender de diplomacia conservadora.

O relatório preparado para a Munich Security Conference aponta que a Europa reconhece a necessidade de maior autonomia militar e atuação menos dependente de uma administração dos EUA que não sustenta mais normas democráticas liberais. O documento antecipa uma confrontação ideológica com a administração Trump na reunião de especialistas em segurança.

Segundo o texto, a Europa enfrenta um momento de realinhamento estratégico, marcado por divergências sobre temas como condições para a Ucrânia, ameaças à Groenlândia e medidas protecionistas dos EUA. A declaração surge após críticas de líderes europeus a ações norte-americanas e a linguagem agressiva de Washington.

A conclusão central é que a dependência da defesa dos EUA já não é sustentável para a Europa. Observa-se que regimes de cooperação e comércio com Washington enfrentam limites cada vez mais claros diante de tensões políticas e estratégicas na relação transatlântica.

Contexto e participação

O relatório destaca que o vice-presidente americano JD Vance não deverá participar presencialmente de Munique neste ano, mas a secretária de Estado Marco Rubio e uma delegação congressual devem marcar presença. Pesquisas associadas ao documento indicam maior disposição europeia para agir sem liderança norte-americana.

O texto menciona ainda que o governo de Trump tem sido visto como inclinado a alianças frágeis e a cooperação com Vladimir Putin, o que gerou preocupação entre líderes europeus. O material descreve a percepção de que a estabilidade do liberalismo democrático no âmbito global está em risco.

O relatório enfatiza que a União Europeia precisa adotar abordagens mais ousadas, mantendo o respeito às regras de comércio aberto e à soberania alheia. A ideia é reforçar instituições internacionais e não apenas reagir a ações de adversários mais agressivos.

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