Em Alta NotíciasFutebolPolíticaAcontecimentos internacionaisConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

China amplia presença no Bangladesh conforme queda de laços com a Índia

China amplia influência em Bangladesh após queda de Hasina; eleição pode consolidar presença de Pequim, sem excluir papel de Nova Délhi

Imagem do autor
Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
People chant slogans during an election campaign rally for candidate Mamunul Haque, head of the Bangladesh Khelafat Majlis, ahead of the national election, in Mohammadpur area, in Dhaka
0:00
Carregando...
0:00
  • Bangladesh vai às urnas em 12 de fevereiro, com a oposição e aliados tentando ampliar influência em Dhaka após a queda de Hasina, allied with New Delhi, em 2024.
  • A China tem aumentado investimentos e cooperação, incluindo acordo de defesa para uma fábrica de drones perto da fronteira com a Índia.
  • A relação entre Dhaka e Nova Déli piorou recentemente, afetando críquete e casos de vistos, com Hasina em exílio em Nova Déli.
  • Analistas dizem que a China aproveita o vácuo político e a deterioração das relações Indo-Bangladesh, mas a Índia continua essencial para Dhaka em termos comerciais e de segurança.
  • O comércio bilateral entre Bangladesh e a China gira em torno de c. 18 bilhões de dólares por ano, com Bangladesh dependente das importações chinesas; Índia mantém uma presença econômica e energética relevante no país.

China amplia presença em Bangladesh conforme mudanças políticas no país

Bangladesh se prepara para votar no dia 12 de fevereiro, com dois blocos majoritários à frente e um cenário de queda de Sheikh Hasina, líder pró-India, que está em exílio em Nova Délhi. A atuação da China ganhou impulso após a saída de Hasina em 2024, com acordos de defesa e investimentos significativos em Dhaka.

Analistas destacam que a Índia continua sendo vizinho determinante, mesmo com o avanço chinês. A relação entre Dhaka e Nova Délhi sofreu desgaste recente, afetando áreas como críquete e vistos, enquanto Bangladesh reforça parcerias com Pequim para movimentar sua economia.

Contexto local

Dhaka tem mantido contato com representantes chineses, inclusive por meio de encontros com o embaixador Yao Wen, na expectativa de projetos de infraestrutra que envolvem valores bilionários.

Quem está no jogo político, como Tarique Rahman do BNP, aponta críticas à atuação de parceiros regionais, ressaltando que o país precisa equilibrar relações com China e Índia para os interesses nacionais.

Relações entre China e Índia

A China figura como maior parceira comercial de Bangladesh há mais de uma década, com comércio bilateral ao redor de 18 bilhões de dólares por ano. Investimentos chineses também cresceram desde a saída de Hasina, em contraste com a expansão de grupos indianos no passado.

Especialistas ressaltam que Bangladesh pode se beneficiar de incentivos econômicos chineses sem cortar laços com a Índia, mantendo uma postura pragmática diante das mudanças políticas.

Impacto político e regional

A mudança de governo potencialmente intensificaria a cooperação com Beijing, embora analistas enfatizem que nenhum dos lados teme o surgimento de atritos com a Índia. A relação entre Dhaka e Nova Délhi já incluiu medidas de restrição de vistos e tensões públicas em áreas como esportes.

A cooperação com a China aparece como estratégia de Dhaka para diversificar parcerias e reduzir vulnerabilidades, especialmente em áreas estratégicamente sensíveis, como defesa e infraestrutura.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais