- África do Sul anunciará a retirada de suas tropas da missão de paz da ONU na República Democrática do Congo, conforme informou o gabinete do presidente Cyril Ramaphosa.
- Ramaphosa comunicou a decisão ao secretário-geral da ONU, António Guterres, citando a necessidade de realinhar os recursos das Forças Armadas.
- A África do Sul mantém mais de 700 soldados destacados na missão, que chegou a contar com quase 11 mil militares e policiais quando o mandato foi ampliado em dezembro.
- A missão tem como objetivo enfrentar diversos grupos rebeldes na região leste estável do Congo, marcada por décadas de conflito e recente escalada de violência.
- O país continuará a manter laços bilaterais próximos com o governo congolês e apoiar esforços multilateral para a paz, com o recuo completo previsto para acontecer até o fim de 2026.
South Africa vai retirar suas tropas da missão de paz da ONU na República Democrática do Congo, anunciou o governo de Cyril Ramaphosa em comunicado neste sábado. A decisão, segundo a Presidência, envolve o realinhamento de recursos das forças armadas do país.
Ramaphosa informou o secretário-geral da ONU, António Guterres, sobre a decisão. O texto aponta que a retirada será coordenada com a ONU e deverá ocorrer até o final de 2026.
A missão da ONU no Congo tinha, em dezembro, quase 11 mil militares e policiais. Atualmente, a África do Sul mantém mais de 700 soldados atuando no país.
Desdobramentos operacionais
A missão tem como objetivo conter diversos grupos rebeldes na região leste do Congo, cenário de conflito há décadas. A recente escalada de confrontos aumenta a pressão por uma retirada gradual.
Compromissos e relações bilaterais
O governo sul-africano afirma que, mesmo com a retirada, manterá laços estreitos com o governo congolês. Além disso, continuará apoiando iniciativas multilaterais para promover a paz na região.
Continuidade de cooperação
Ramaphosa destacou que os próximos passos incluirão prazos e modalidades da retirada, que serão finalizados ao longo deste ano. A cooperação com a ONU e parceiros internacionais deve seguir em curso.
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