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França acusa rede russa de tentar envolver Macron no caso Epstein

França identifica campanha de desinformação ligada à rede Storm-1516 que tenta associar Emmanuel Macron ao caso Epstein com artigo falsificado do France-Soir

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Macron foi falsamente acusado de estar envolvido no escândalo Epstein por um site montado na Rússia. Foto: SEBASTIEN BOZON / POOL / AFP
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  • França identificou campanha de desinformação ligada à rede russa Storm-1516 para associar o presidente Emmanuel Macron ao caso Epstein.
  • A operação envolveu a criação de um artigo falso que usurpava a identidade do site France-Soir.
  • O material, compartilhado no X, dizia que Macron estaria envolvido no caso Epstein; France-Soir repudiou a usurpação.
  • A Viginum associou o site à operação da CopyCop, ligada à Storm-1516, que grava parte da infraestrutura digital.
  • A primeira conta a compartilhar o material foi @LoetitiaH; outras contas monitoradas pela Viginum também divulgaram as imagens.

A França identificou uma campanha de desinformação associada à rede Storm-1516, que tenta ligar o presidente Emmanuel Macron ao agressor sexual Jeffrey Epstein. A operação foi detectada pela agência governamental de combate a ingerências online, a Viginum, na quarta-feira e divulgada nesta sexta (6).

Segundo a Viginum, o golpe envolvia a criação de um artigo falso que usurpava a identidade do site France-Soir. O conteúdo acusado Macron de estar envolvido no caso Epstein e foi compartilhado na rede social X. A BFMTV confirmou a linha de investigação da agência.

O France-Soir publicou uma nota de repúdio nas redes sociais, alegando usurpação de marca e conteúdo e negando qualquer vínculo com o artigo divulgado. A Viginum atribui a operação à CopyCop, rede de desinformação ligada à Storm-1516, associada a John Mark Dougan, um americano foragido na Rússia, que mantém parte da infraestrutura digital da operação.

A primeira postagem amplificando o vídeo no X foi feita pelo perfil @LoetitiaH, segundo a Viginum. Em seguida, o material foi replicado por diversas contas sob monitoramento da agência. A campanha se soma a um histórico de ataques de desinformação envolvendo Macron, com rumores que alcançaram a esfera pública desde 2017.

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