- Os deputados estaduais do NSW da linha de trás Sarah Kaine, Stephen Lawrence e Cameron Murphy planejam participar de um protesto em Sydney contra a visita de Isaac Herzog, presidente de Israel.
- O ato, organizado pelo Palestine Action Group, poderia exigir caminhada de Town Hall até Macquarie Street, dentro de uma área com proibição de passeatas.
- A proibição foi ampliada pela quarta vez na terça-feira pelo comissário de polícia Mal Lanyon, que explicou que a restrição é parte da forma 1 para evitar obstrução no trânsito.
- O premiê Chris Minns mantém a posição de não permitir protestos em áreas designadas, mas disse que a polícia está negociando com os organizadores para a localização do protesto.
- Membros do Partido Trabalhista divergem sobre a visita e o protesto; Lawrence disse que pode marchar e comentou sobre a necessidade de protestos pacíficos, dentro da lei.
NSW Labor backbenchers devem participar de uma manifestação em Sydney contra a visita do presidente de Israel, Isaac Herzog. O grupo criticou a participação de um chefe de estado envolvido em ações no Gaza, definidas por eles como genocídio contínuo.
Os parlamentares da base são Cameron Murphy, Stephen Lawrence e Sarah Kaine. Eles confirmaram presença no ato organizado pelo Palestine Action Group, na segunda-feira à noite, ainda sem confirmação de desfilamento da marcha entre Town Hall e Macquarie Street.
O governo mantém restrições a protestos em áreas designadas, após o ataque terrorista em Bondi. O comissário de polícia, Mal Lanyon, prorrogou a limitação por quarta vez, citando a visita de Herzog como fator na decisão.
Organizadores pretendem atravessar a cidade mesmo com a zona de restrição, pedindo apoio da polícia para facilitar o protesto pacífico. Murphy afirmou que participa por considerar injusto receber o líder de um estado sob críticas de direito internacional.
Lawrence disse que vai decidir na segunda-feira sobre a marcha, respeitando a lei. Kaine destacou que pretende falar no ato, mantendo foco na legalidade do protesto e na posição em relação à história de Herzog.
A discussão sobre as medidas legais envolve uma disputa judicial em curso. Juristas argumentam que a aplicação de restrições pode depender de decisões futuras, ainda não listadas para julgamento.
A oposição aponta que o tema político envolve maior debate público, sem impedir o direito de protesto pacífico. A coalizão governista afirma buscar equilíbrio entre segurança pública e direito à manifestação.
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