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Papa Leão pede Rússia e EUA renovarem último tratado de armas nucleares

Papa pede que Rússia e Estados Unidos renovem o último tratado de controle de armas nucleares, alertando para o risco de uma nova corrida armamentista

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Pope Leo XIV looks on as he holds the weekly general audience at the Paul VI hall at the Vatican, February 4, 2026.
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  • O Papa Léo pediu que Rússia e Estados Unidos renovem o acordo de controle de armas nucleares New START, vigente desde 2010.
  • O tratado limita o arsenal nuclear estratégico de ambos os países e está prestes a expirar na quinta-feira.
  • O Papa afirmou que a situação mundial exige evitar uma nova corrida armamentista e promover uma ética comum para o bem público.
  • O presidente russo, Vladimir Putin, propôs uma extensão informal de mais um ano, mas, até ontem, o presidente americano, Donald Trump, não havia respondido.
  • A expiração de New START marcaria o fim de mais de cinquenta anos de limitações sobre armas nucleares.

O Papa Leo pediu nesta quarta-feira que líderes da Rússia e dos EUA renovem o último tratado de controle de armas nucleares em vigor, o New START. O apelo foi feito durante a audiência pública no Vaticano. O objetivo é evitar uma nova corrida armamentista.

O acordo, assinado em 2010, está prestes a expirar na quinta-feira. O presidente russo, Vladimir Putin, já sugeriu uma extensão informal por mais um ano, mas, até esta quarta, não houve resposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O Papa afirmou que é urgente impedir o vencimento do instrumento e substituir a lógica de medo por uma ética compartilhada em busca do bem comum. A renovação permitiria manter limites sobre o número de ogivas estratégicas de cada país.

A queda de restrições de décadas sobre armas nucleares seria um marco significativo. A renovação, segundo analistas, ajudaria a reduzir incertezas estratégicas entre as duas potências e manteria verificações mutuamente acordadas.

Do Vaticano, Joshua McElwee reportou para a Reuters, com edição de Alvise Armellini.

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