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Manifestantes em Copenhague apoiam veteranos dinamarqueses após falas de Trump

Protesto em Copenhague em apoio a veteranos dinamarqueses após comentário de Trump sobre aliados europeus na guerra do Afeganistão; 44 soldados dinamarqueses mortos

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Danish veterans protest in Copenhagen following Trump's statements about NATO soldiers in Afghanistan
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  • Centenas de dinamarqueses se reuniram em frente à Embaixada dos EUA, em Copenhague, para apoiar veteranos insultados por comentário de Donald Trump sobre aliados europeus na guerra no Afeganistão.
  • Denmark, com população inferior a 2% da dos EUA, foi um dos principais aliados de combate na coalizão liderada pelos norte-americanos, registrando 44 militares mortos.
  • Trump já havia irritado a Dinamarca ao pedir a anexação da Groenlândia, território autônomo do reino, ao fazer as críticas sobre o papel dos aliados da NATO no conflito.
  • Os manifestantes marcharam até a embaixada, com bandeiras dinamarquesas trazidas por veteranos e placas com os nomes de soldados mortos emAfeganistão e no Iraque.
  • O ato terminou com um minuto de silêncio; alguns veteranos disseram ter sido feridos pelas palavras do presidente e cobraram um pedido de desculpas.

Há centenas de pessoas reunidas em frente à Embaixada dos EUA em Copenhague neste sábado para apoiar veteranos dinamarqueses que disseram ter se sentido insultados por declarações do presidente Donald Trump, de que aliados europeus teriam ficado fora das linhas de frente na guerra no Afeganistão. O protesto ocorreu após as declarações do líder americano na semana passada.

A Dinamarca foi um dos principais aliados de combate na coalizão liderada pelos EUA no Afeganistão, com 44 militares dinamarqueses mortos. O país possui população menor que a dos EUA e tem per capita de perdas próximo ao dos norte-americanos. As declarações geraram críticas em várias capitais europeias.

Trump também comentou sobre a anexação da Groenlândia, território semi-autônomo do reino dinamarquês, o que ampliou a repercussão negativa entre países europeus. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, chamou as declarações de insultantes e indignas, enquanto o presidente dos EUA elogiou tropas britânicas, sem pedir desculpas nem abordar o tema de forma mais ampla.

Deslocamento e participação

Entre os presentes, muitos usavam medalhas de serviço da OTAN e erguiam bandeiras dinamarquesas com os nomes dos falecidos no Afeganistão e no Iraque. Trabalhadores comunitários relataram que o evento reuniu apoio de veteranos e familiares.

Os manifestantes marcharam até a embaixada, onde os nomes foram lidos em voz alta e um momento de silêncio foi observado ao fim do ato. Um veterano dinamarquês, Niels Christian Koefoed, afirmou que havia um homem por trás das bandeiras e que aquele indivíduo é um soldado em memória de colegas.

Reações e depoimentos

Jesper Larsen, veterano que atuou no Afeganistão, disse que perdeu um amigo próximo e que ficou magoado com as declarações de Trump. Ele afirmou que acredita que Trump deve um pedido de desculpas aos combatentes dinamarqueses.

A manifestação manteve o foco na defesa da honra dos militares dinamarqueses e na crítica às declarações do presidente dos EUA, sem qualquer posicionamento político adicional. As informações são com base no relato de participantes presentes no ato.

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