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JPMorgan aponta falhas na rede elétrica dos EUA que afetam famílias pobres

JPMorgan aponta falhas na rede elétrica dos EUA que afetam principalmente famílias de baixa renda, com atrasos na conexão de novas geradoras e linhas

Linhas de transmissão de energia elétrica em Dallas, no Texas. Redes envelhecidas, aponta JPMorgan.
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  • O JPMorgan aponta falhas na rede elétrica dos EUA, prejudicando principalmente famílias de baixa renda devido ao envelhecimento da infraestrutura.
  • Segundo o banco, atrasos na conexão de novas geradoras e de linhas de transmissão aumentam a pressão sobre o sistema já estressado e elevam custos para quem menos pode absorver.
  • O relatório diz que a barreira para mais investimentos não é financeira, mas estrutural, e que falta um ambiente regulatório estável para atrair capital.
  • Como exemplo de progresso regulatório, os executivos citam a União Europeia e seu Pacote de Redes, que torna prazos e decisões mais previsíveis.
  • A BloombergNEF ressalta que riscos cibernéticos já afetam redes elétricas globalmente, tornando urgente acelerar investimentos, já que milhões de famílias têm contas de energia atrasadas.

O JPMorgan Chase afirma que a rede elétrica dos EUA enfrenta falhas que afetam principalmente famílias de baixa renda. O alerta surge após avaliar atrasos na conexão de novas geradoras e de linhas de transmissão. O estudo foi preparado para clientes do banco e consultado pela Bloomberg News.

Segundo o banco, quando a expansão demora mais que o esperado, o sistema já pressionado sofre impactos adicionais. Os executivos Heather Zichal e Michael Johnson destacaram que os custos desses atrasos pesam mais sobre famílias com menor capacidade de absorção.

A instituição reforça que a rede deteriorada representa riscos crescentes à segurança econômica do país. Além disso, gargalos estruturais dificultam o fluxo de capital para investimentos em infraestrutura, mesmo diante de necessidade imediata.

O JPMorgan cita um plano de investimento de US$ 1,5 trilhão, apresentado no ano passado, para dez anos, com foco em áreas consideradas estratégicas para a economia, como centros de dados e medicinas.

Para ampliar o fluxo de capital, os executivos defendem um ambiente regulatório estável e previsível. Eles citam exemplos internacionais, como a União Europeia, que já avançou com reformas para acelerar licenças e tornar cronogramas mais confiáveis.

Na UE, o Pacote de Redes facilita decisões e amplia a capacidade de rede de forma transparente, segundo o JPMorgan. Em contrapartida, sem diretrizes claras nos EUA, o custo de financiamento tende a subir e os investimentos podem diminuir.

Zichal e Johnson observam que aumentos recentes nos preços de energia coincidem com 21 milhões de famílias americanas com contas atrasadas. A velocidade das reformas é apresentada como crucial para a acessibilidade energética.

Segundo a Bloom­­bergNEF, o risco de ataques cibernéticos cresce para redes elétricas globais. A expansão de energia distribuída amplia a superfície de vulnerabilidade, com impactos potenciais na economia e na segurança pública.

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