- A Prefeitura de São Paulo propôs destinar 3.600 m² da Marquise do Parque do Ibirapuera para skate, patins e BMX flatland, além de uma zona infantil de 700 m², com reabertura prevista para 25 de janeiro.
- A decisão envolve a Marquise, projeto de Oscar Niemeyer, que está interditada desde fevereiro de 2019 devido a infiltrações, trincas e risco de desabamento.
- A apresentação da nova regulamentação ocorreu ao conselho gestor do Ibirapuera na segunda-feira (15).
- As atividades terão treinos de skate, patins e BMX flatland na área prevista, com restrição de bicicletas de adultos, exceto para BMX flatland.
- O parque recebeu nota média de 9,1 em pesquisa Datafolha, com 72% dos frequentadores apontando melhora nos últimos cinco anos.
O Parque do Ibirapuera pode ganhar espaço destinado a skate, patins e BMX flatland. A Prefeitura de São Paulo apresentou uma nova regulamentação para a Marquise, incluindo 3.600 m² para as atividades e 700 m² para uma zona infantil. A reabertura está prevista para 25 de janeiro, em comemoração aos 72 anos do parque.
A área a ser liberada fica próxima à Oca e ao Museu de Arte Moderna. A proposta foi apresentada ao conselho gestor do Ibirapuera na segunda-feira (15). O projeto visa permitir treinos de skate, patins e BMX flatland nesses pontos.
Segundo o texto protocolado, as regras trazem a proibição de bicicletas de adultos, exceto para BMX flatland. A proposta já havia sido discutida desde o fechamento da Marquise em 2019, motivado por infiltrações, trincas e risco de desabamento.
Contexto e aspectos regulatórios
O Niemeyer assina o projeto do parque, e o gestão do uso público fica pela atual estrutura do conselho gestor. A medida busca conciliar lazer com segurança após anos de interdição parcial.
A iniciativa também cita avaliação de aceitação pública. Em levantamento realizado pelo Datafolha, o Ibirapuera alcançou média de 9,1, com 50% dos respondentes atribuindo nota 10 e 72% reconhecendo melhorias nos últimos cinco anos.
Perspectiva de implementação
A previsão de abertura mantém o foco em atividades esportivas organizadas, com supervisão de reguladores locais. Os treinos deverão seguir regras específicas para uso da marquise e áreas adjacentes, assegurando convivência com os demais espaços do parque.
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