- Um incêndio em um dormitório de uma escola feminina em Gilgil, a 120 quilômetros de Nairobi, deixou 16 mortes e 79 feridos; 71 já receberam alta.
- O fogo começou pouco depois da meia-noite no internato Utumishi e decorreu por mais de duas horas.
- A causa ainda está sob investigação; o ministro da Educação, Julius Migos, disse que não havia definição até o momento.
- Familiares aguardavam notícias na entrada da escola, enquanto as imagens mostravam janelas quebradas e muito humo; muitos alunos escaparam por rotas alternativas.
- No Quênia, incêndios em escolas são frequentes; em 2024 houve mais de cem incidentes, com casos graves em Nyeri e o histórico do pior ocorrido em 2001 na Kyanguli.
Um incêndio destroçou o dormitório de uma escola secundária feminina em Gilgil, no vale do Rift, Kenya, durante a madrugada desta quinta-feira. O fogo deixou 16 alunas mortas e 79 feridas, segundo o governo local. A instituição é a Utumishi Girls Academy, um internato para meninas.
O ministro da Educação, Julius Migos, informou que as causas ainda não foram apuradas e que as investigações seguem em andamento. O incêndio durou mais de duas horas, segundo autoridades, e atingiu parte alta do edifício, facilitando a propagação.
Familiares aguardavam notícias na frente da escola, enquanto equipes de segurança e socorro trabalhavam no local. Vídeos exibidos pela televisão mostraram janelas e paredes marcadas pela fuligem e pela fumaça.
Contexto sobre incêndios em escolas tem sido apontado por autoridades como frequente no país. Em 2024, o governo registrou mais de 100 ocorrências envolvendo instituições de ensino, com algumas ligadas a protestos contra normas disciplinares rígidas e condições precárias.
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