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Audiências começam sobre incêndio em apartamento em Hong Kong que matou 168

Comissão independente inicia oitivas sobre incêndio em Wang Fuk Court, que matou 168 pessoas, apurando padrões de segurança, construção e possíveis falhas governamentais

A view of the fire-ravaged residential towers of the Wang Fuk Court apartment complex, in the Tai Po district of Hong Kong, in February 2026.
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  • Comissões independentes começam, nesta quinta, audiências públicas em Hong Kong para investigar o incêndio no Wang Fuk Court, que matou 168 pessoas e é o pior incêndio residencial em décadas.
  • O comitê presidido por juiz vai apurar padrões de segurança contra incêndio, se a construção contribuiu para a propagação e se houve falhas de autoridades ou contratados.
  • O incêndio ocorreu em 26 de novembro, em um complexo de torres na região Tai Po, com oito edifícios, sendo sete atingidos pelas chamas durante reformas.
  • A investigação busca ainda entender possíveis problemas sistêmicos, como interesses cruzados, conluíos ou irregularidades no processo de licitação das obras.
  • A polícia investiga criminalmente, com 38 prisões por homicídio culposo e 6 por fraude; a Comissão Independente contra a Corrupção (ICAC) informou 23 prisões relacionadas ao caso.

O comitê independente, chefiado por um juiz, iniciará nesta quinta-feira as audiências públicas para investigar o incêndio devastador que atingiu o Wang Fuk Court, em Hong Kong, no ano passado. O foco é avaliar padrões de segurança contra incêndio, possíveis falhas de construção e eventuais falhas de autoridades ou contratantes.

O fogo, ocorrido no dia 26 de novembro, destruiu sete das oito torres residenciais do complexo localizado no distrito de Tai Po, uma área financeira da cidade. A tragédia é a mais letal de incêndio residencial desde 1980, segundo as autoridades.

A perícia também apurará se houve problemas sistêmicos, como interesses conflitantes, combínios inadequados de funções e possíveis irregularidades em licitações relacionadas às obras de renovação. O objetivo é esclarecer responsabilidades e possíveis conivências.

Estão previstas testemunhas como autoridades governamentais, ex-residentes, diretores de empresas de construção e membros do comitê de gestão do Wang Fuk Court. Paralelamente, a polícia mantém investigação criminal com prisões por indícios de homicídio culposo e fraudes.

Além disso, o Comitê de Combate à Corrupção de Hong Kong informou ter pr0alizado 23 detenções envolvendo consultores, contratados e membros da cooperativa de proprietários do complexo. A apuração busca evidências de conduta irregular durante as obras.

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