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Incêndio em Crans-Montana: famílias aguardam identificação das vítimas

Identificação de ao menos um adolescente italiano entre as vítimas aumenta a busca por informações, enquanto quatro jovens permanecem desaparecidos e as causas são avaliadas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Candles left in tribute near the scene of the blaze in Crans-Montana.
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  • Incêndio no bar Le Constellation, em Crans-Montana, matou cerca de 40 pessoas; grupo de 15 jovens italianos celebrava o Ano Novo, e oito conseguiram escapar.
  • Quatro jovens do grupo continuam desaparecidos, incluindo Achille Barosi e Chiara Costanzo, ambos com 16 anos.
  • Emanuele Galeppini, 17 anos, foi identificado publicamente como uma vítima; DNA deve confirmar outras identidades.
  • A investigação aponta que fogos de artifício presos em garrafas de champanhe, movidas perto do teto, teriam iniciado o incêndio; também é avaliada a espuma acústica do teto quanto à conformidade com normas.
  • Identificação de mortos e localização de desaparecidos pode levar dias; até o momento, há cento e dezenove feridos, com cento e treze identificados, entre suíços, franceses e italianos, entre outros.

Crans-Montana viveu uma tragédia na virada do ano: um incêndio no bar Le Constellation deixou dezenas de mortos e muitos feridos. O episódio ocorreu na noite de Ano Novo, em um local conhecido entre jovens por festas acessíveis. A investigação inicial aponta que fogos de artifício próximos ao teto teriam motivado o incêndio.

Um grupo de 15 jovens italianos viajara de Milão para comemorar a passagem de ano na cidade suíça. Oito chegaram a escapar, e parte dos feridos permanece em estado grave. Entre os desaparecidos estão Achille Barosi e Chiara Costanzo, ambos com 16 anos, segundo informações locais.

Até a noite de sexta-feira, quatro integrantes do grupo ainda eram dados como desaparecidos. As autoridades citam a dificuldade em confirmar identidades entre feridos graves, que podem levar dias para identificação por meio de exames.

As investigações consideram que sparklers colocados em topos de garrafas de champanhe, movidos perto do teto, teriam iniciado as chamas. Também há avaliação sobre o uso de espuma acústica no teto para verificar conformidade com normas de segurança.

As autoridades informaram que 119 pessoas ficaram feridas, com 113 identificadas formalmente. Entre as vítimas estão suíços, franceses, italianos e de outras nacionalidades. A lista de feridos ainda depende de confirmação de nacionalidade.

A identificação dos mortos e dos feridos pode exigir tempo adicional, devido à gravidade das queimaduras. Famílias aguardam informações com esperança de localizar seus pontos de contato, enquanto equipes de busca utilizam tatuagens e joias para ajudar nos rastreamentos.

Desdobramentos na investigação

A Procuradoria do Valais informou que analisa vídeos e depoimentos para entender a dinâmica do incêndio. A Polícia Distrital está avaliando o papel da espuma no teto e a conformidade com as normas vigentes. Novos dados devem surgir conforme a perícia avança.

Familiares de vítimas e residentes da região descreveram o choque causado pela tragédia. Em Crans-Montana, a comoção permanece, com moradores e comerciantes isolando informações e prestando solidariedade às famílias.

Autoridades reiteram que a confirmação de identidades e o rastreamento de todos os desaparecidos podem se estender por dias. A repercussão do incidente permanece alta na imprensa e entre as redes sociais, com apelos por informações.

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