- Sete membros da equipe feminina de futebol do Irã solicitaram asilo na Austrália; dois adicionais obtiveram vistos humanitários — um jogador e um membro de apoio — processados na noite anterior.
- Eles se juntam às cinco companheiras cuja concessão de vistos foi confirmada pelo governo de Anthony Albanese na terça-feira.
- O ministro de Assuntos Internos, Tony Burke, disse que a mesma oportunidade está disponível para as demais jogadoras, e Albanese reforçou a disposição de ajudar.
- A equipe chegou a Sydney na terça-feira à noite, após disputar no Gold Coast; a última partida, contra as Filipinas, terminou 2 a 0.
- A torcida no aeroporto aguardava por novas decisões, mas as jogadoras desembarcaram sem atender a convite de permanecer, sendo escoltadas pela Polícia Federal.
Two novos membros da equipe feminina de futebol iraniana obtiveram vistos humanitários na Austrália, confirmou o ministro de Assuntos Internos. Um jogador e um assistente se reuniram aos cinco atletas já confirmados nesta semana.
Ao todo, sete integrantes buscaram asilo na Austrália. O ministro Tony Burke informou que os dois receberam vistos humanitários durante a madrugada, após a saída do restante do grupo de Sydney em direção à Malásia na noite de terça-feira.
Os cinco companheiros já tinham visto confirmado pelo governo de Anthony Albanese na manhã de terça. Burke ressaltou que a mesma oportunidade permanece para outros membros, caso desejem seguir caminho semelhante.
Detalhes da viagem
O combinado iraniano chegou a Sydney pouco depois das 20h de terça, vindo de Gold Coast, onde disputaram a última partida do torneio, com derrota por 2 a 0 para as Filipinas.
Após os primeiros vistos aprovados, moradores próximos ao aeroporto aguardaram novidades, com a Polícia Federal australiana presentes durante a saída dos integrantes. A narrativa envolve ainda controvérsia pela recusa de cantar o hino nacional.
Contexto atual
A ausência de alguns integrantes do elenco já gerou especulações, mas as autoridades asseguraram que o grupo continua recebendo apoio caso opte por permanecer no país. A situação se desenrola no contexto de tensões regionais e debates sobre proteção a atletas deslocados.
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