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Chamadas pela libertação de palestino detido pelo ICE há quase um ano

Chamada pela libertação de palestina detida pelo ICE há quase um ano após protesto em Columbia ganha apoio de autoridades após nova emergência médica

Leqaa Kordia, center, demonstrates with pro-Palestianian protesters at Columbia University in New York, Tuesday, April 30, 2024. Leqaa Kordia in an undated photo. Composite: AP, Hamzah Abushaban
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  • Leqaa Kordia, mulher palestina de 33 anos, foi presa em abril de 2024 durante protesto pró-Palestina em frente à Universidade de Columbia; havia um pedido de asilo pendente no momento da detenção.
  • Em março de 2025, quase um ano após o protesto, ela foi colocada sob custódia do ICE em New Jersey; as acusações contra ela foram rejeitadas no dia seguinte.
  • Desde então, permanece em custódia noPrairieland detention facility, no Texas, mesmo com decisões judiciais que afirmaram que não representa ameaça e poderiam permitir sua libertação mediante fiança.
  • Em seis de fevereiro, foi hospitalizada após sofrer convulsão; a família e os advogados dizem que ficaram sem informações por três dias e que ela tem apresentado tonturas, desmaios e perda de peso.
  • As autoridades e apoiadores têm feito/APOIO de políticos — entre eles Rashida Tlaib, Nellie Cou, Andy Kim, Cory Booker e Zohran Mamdani — cobrando a libertação e questionando as condições de detenção.

Leqaa Kordia, palestiniana de 33 anos, continua detida pela imigração quase um ano após sua prisão durante um ato pró-Palestina em Nova York. Ela foi levada ao complexo de detenção após se apresentar a um escritório do ICE em Nova Jersey, em abril de 2024, ainda que as acusações iniciais tenham sido retiradas no dia seguinte.

Kordia permanece presa no complexo de Prairieland, no Texas, mesmo com decisões judiciais que a consideraram sem ameaça e autorizariam fiança. Sua situação ganhou nova atenção após um episódio médico em 6 de fevereiro, quando ela foi hospitalizada após sofrer convulsão.

Segundo advogados e familiares, houve atraso de três dias na comunicação sobre seu estado de saúde, e desde então relatos indicam tonturas, desmaios e perda de peso significativa. A mulher afirma ter sido algemada durante internação e impedida de falar com a família ou de receber visita de um advogado.

Os representantes legais de Kordia afirmam que ela está presa em meio a uma campanha de deportação em massa. Eles destacam que a situação envolve questões de expressão política, uma vez que a defesa de Kordia ocorreu em meio a debates sobre políticas de imigração e palestinos na West Bank.

A defesa de Kordia também aponta que seu status migratório era mais instável, já que entrou nos EUA com visto de estudante e permaneceu após o vencimento. Embora haja uma petição familiar aprovada que pode abrir caminho para residência permanente, a defesa sustenta que o caso reflete um padrão de repressão a vozes críticas. Vários congressistas e autoridades locais têm pressionado a liberação e a garantia de condições dignas de detenção.

A agência de imigração respondeu à imprensa, destacando que o atendimento de saúde é fornecido conforme as normas aplicáveis e que a detenção envolve questões legais sobre suporte financeiro a indivíduos em nações hostis aos Estados Unidos. A divergência entre familiares, advogados e autoridades continua a acirrar o debate sobre o tratamento de casos de imigrantes detidos por motivos expressivos.

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