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Acusado de matar pastor pede pena de morte

Caso do Pastor William Schonemann avança: réu solicita pena de morte, tribunal recusa confissão e pena imediata

Acusado de matar pastor pede para receber pena de morte
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  • Adam Christopher Sheafe, 51 anos, pediu ao tribunal a condenação à pena de morte após ser acusado de assassinar o pastor William Schonemann, 76 anos, em New River, Arizona, com o crime ocorrendo em abril de 2025.
  • Promotores apresentaram acusações que incluem homicídio qualificado, arrombamento qualificado, arrombamento simples, sequestro, furto de veículo, invasão de propriedade e três tentativas de homicídio qualificado, e indicaram que podem solicitar a pena máxima caso o caso vá a julgamento.
  • O tribunal rejeitou tanto a confissão de culpa quanto o pedido de pena de morte neste estágio; Sheafe continua representando a si mesmo e deverá retornar ao tribunal em 24 de abril.
  • Autoridades afirmam que o homicídio pode fazer parte de um plano mais amplo para ataques contra líderes religiosos, com possível alvo de até 14 pastores ou padres em diferentes cidades dos Estados Unidos.
  • Antes da prisão, Sheafe morava na Califórnia e trabalhava em um restaurante em Carlsbad; foi preso em Sedona, Arizona, e tinha histórico de processos financeiros, incluindo falência em 2024.

Um homem acusado de assassinar um pastor no Arizona pediu ao tribunal que recebesse pena de morte durante uma audiência na semana passada. A defesa solicitou a aplicação imediata da pena, afirmando que isso encerraria o caso para as famílias.

O réu, Adam Christopher Sheafe, de 51 anos, tentou declarar-se culpado, mas o tribunal rejeitou tanto a confissão quanto o pedido de condenação rápida. Ele disse reconhecer a gravidade do crime e não contestar as acusações.

Contexto do crime e evidências

O pastor William Schonemann, de 76 anos, líder da New River Bible Chapel, foi encontrado morto em sua residência em abril de 2025, em New River. O corpo apresentava braços estendidos e mãos contra a parede, em posição descrita como semelhante a uma crucificação.

Investigadores do Gabinete do Xerife do Condado de Maricopa conectaram Sheafe ao homicídio por meio de evidências na residência da vítima, em uma mochila do suspeito e em uma camionete roubada associada ao caso. Os elementos apontam relação direta com o crime.

Acusações e plano de ataques

Os promotores apresentaram crimes como homicídio qualificado, arrombamento, sequestro, furto de veículo e três tentativas de homicídio qualificado. Também informaram que pretendem pedir a pena de morte se o caso for a júri.

Autoridades indicam que o homicídio pode fazer parte de um plano maior contra líderes religiosos, com a hipótese de atingir até 14 pastores ou padres em cidades norte-americanas. A motivação alegada envolve fé cristã.

Declarações do acusado e próximos passos

Em entrevista à Arizona Family, Sheafe disse ter crucificado o pastor e colocado uma coroa de espinhos, segundo relatos da emissora. Também afirmou atacar líderes religiosos em várias cidades apenas quando as vítimas estivessem sozinhas.

O tribunal decidiu não aceitar a confissão nem mandar a pena de morte neste estágio. Sheafe deve retornar ao tribunal em 24 de abril para novas etapas do processo. Ele atua representando a si mesmo.

Dados adicionais sobre o réu

Antes da prisão, Sheafe morava em Oceanside, Califórnia, e trabalhava em um restaurante em Carlsbad. Registros apontam que abriu processo contra uma plataforma de negociação financeira e entrou com falência pelo Capítulo 7 em 2024, após perdas superiores a US$ 40 mil. A prisão ocorreu em Sedona, Arizona, durante investigações que envolveram o FBI.

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