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Caso de freira encontrada morta em convento no Paraná sob investigação

Freira de oitenta e dois anos é assassinada em convento no Paraná; suspeito, de trinta e três, é autuado em flagrante por homicídio qualificado

Créditos: Reprodução Instagram
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  • Freira Nadia Gavanski, de 82 anos, foi encontrada morta no Convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada, em Ivaí, Paraná, no sábado 22, com sinais de agressão física.
  • O suspeito, de 33 anos, foi preso em flagrante na sua residência; ele disse ter empurrado a vítima, causado asfixia, e alegou ter ouvido vozes após consumir crack e álcool.
  • A fotógrafa que registrava um evento no local chamou a polícia; o homem já era conhecido por antecedentes de roubo e furto.
  • A Polícia Civil aponta homicídio qualificado, com indícios de motivo fútil, asfixia e resistência; possível tentativa ou crime sexual não foi comprovado até o momento, e a subtração de objetos é investigada.
  • O convento divulgou nota de pesar; a freira era da congregação há cinquenta e cinco años e foi velada em Prudentópolis no domingo 22.

Uma freira de 82 anos foi encontrada morta no Convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada, em Ivaí (PR), no sábado. O corpo apresentava sinais de agressão; a PM foi a primeira a chegar e localizou a vítima já sem vida.

A vítima, Nadia Gavanski, era integrante da congregação há 55 anos. O convento divulgou nota de pesar nas redes sociais, classificando o ato como violência injustificável. O velório ocorreu em Prudentópolis (PR) no domingo.

Relato do suspeito

Segundo a Polícia Civil, um homem de 33 anos foi autuado em flagrante pelos crimes de homicídio qualificado. Ele disse ter passado a madrugada consumindo crack e álcool, e ouvido vozes que o ordenavam matar alguém.

Conforme o depoimento, o homem pulou o muro do convento, empurrou a freira e asfixiou-a. Ainda segundo o suspeito, não houve violência sexual nem subtração de objetos, e ele teria dito que trabalharia no local.

A investigação segue para confirmar as circunstâncias e quem presenciou o crime. A Polícia Civil apura qualificadoras como motivo fútil, bem como eventual resistência e asfixia, além de analisar indícios de subtração.

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