- O Ministério da Justiça lançou em dezembro o site do Projeto Captura para divulgar fotos e dados dos mais procurados por estado.
- A lista reúne 191 nomes, com homicídio representando quatro dezenas e quatro por cento e tráfico de drogas cerca de quarenta e dois por cento dos casos.
- Um homem preso em setembro no Paraná, Tiago Alessandro Alves dos Santos, constava na lista até 18 de dezembro, quando foi excluído após questionamento do g1 e do governo estadual.
- O ministério afirmou que os nomes são indicados pelas autoridades estaduais e que não realiza validação individualizada nem divulga a situação processual de cada pessoa.
- O governo do Paraná e a Secretaria de Segurança Pública negam ter passado dados de Tiago ao Ministério da Justiça; ele foi removido após o contato entre as assessorias.
A lista de procurados do Ministério da Justiça continua a somar nomes ligados a crimes graves. O projeto Captura divulga fotos e dados para auxiliar prisões, com 191 pessoas na lista até a tarde desta segunda-feira. O objetivo é facilitar denúncias e reduzir índices de crimes violentos.
Entre os fatos, TIago Alessandro Alves dos Santos, preso em setembro no Paraná por uso de documentos falsos, constava na lista até 18 de dezembro, quando foi excluído após questionamento do g1 e do governo paranaense. O MJ afirmou que as informações são de responsabilidade estadual.
Caso Tiago Alessandro e atualização da lista
O Ministério da Justiça disse que os nomes na lista são indicados por autoridades estaduais e que não faz validação individualizada de cada caso. A Secretaria de Segurança Pública do Paraná e o DPPen negam ter fornecido os dados para o MJ, ressaltando que a exclusão ocorreu após a verificação local.
Funcionamento da lista de procurados
O objetivo é indicar mandados de prisão estratégicos para o combate a organizações criminosas. O site também busca receber denúncias da população, com contatos 190, 197 e 181. Os nomes podem ser retirados se houver prisão comprovada ou revogação do mandado.
Dados e distribuição dos procurados
Homicídio é atribuição de 44% dos listados, seguido por tráfico de drogas com 42%. Até a tarde de sexta-feira, 191 pessoas estavam na lista, sendo 188 homens (98,5%) e 3 mulheres (1,5%). As informações são baseadas no material do g1.
Observação sobre o conteúdo
A lista foi criada por portaria de 2023 para ampliar o alcance de prisões estratégicas e auxiliar órgãos de segurança, com base em mandados de prisão vigentes. O governo ressalta que a atualização depende de dados estaduais.
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