- O Smithsonian American Women’s History Museum lançou a experiência de realidade aumentada Unhidden Heroines no National Mall, em meio às celebrações semiquinquentêrias.
- A mostra destaca cinco mulheres Hann destacadas na história dos Estados Unidos, com suas histórias integradas a monumentos como o Martin Luther King Jr. Memorial e o Lincoln Memorial.
- Cada história é apresentada em quatro partes interativas de AR, acessíveis gratuitamente por celular ou tablet durante a visita.
- As figuras retratadas incluem Dorothy Height, Julia Ward Howe, Mary Katharine Goddard, Elizebeth Smith Friedman e Polly Cooper.
- A iniciativa ocorre mesmo após a rejeição na Câmara de um projeto que criaria o museu; o objetivo é testar o interesse do público e manter a missão independentemente de um site definido.
A Smithsonian American Women’s History Museum lançou uma experiência de realidade aumentada (AR) no National Mall, em Washington, DC. A iniciativa ocorre um mês após a Câmara dos Deputados rejeitar um projeto que criaria um espaço definitivo para o museu. A AR faz parte das celebrações do semiquinquênio dos EUA.
A instalação, chamada Unhidden Heroines, apresenta cinco mulheres pioneiras da história americana. Cada história é contada por meio de uma narrativa em primeira pessoa associada a um monumento específico do Mall. O objetivo é ampliar a visibilidade de figuras femininas na paisagem pública.
A experiência acompanha os visitantes ao visitar locais como o Memorial Martin Luther King Jr. e o Lincoln Memorial. As histórias destacam Dorothy Height, Julia Ward Howe, Mary Katharine Goddard, Elizebeth Smith Friedman e Polly Cooper. A projeção é monumental, com peças em tamanho semelhante aos monumentos masculinos.
Sobre a experiência
A narrativa é dividida em quatro partes interativas. O público pode acessar gratuitamente pelo celular ou tablet ao se aproximar de cada monumento. Fashionadas com recursos 3D, as figuras aparecem de forma envolvente na tela, narrando suas trajetórias.
Criada pela agência Goodby, Silverstein e Partners, a direção criativa buscou representar as protagonistas de modo imersivo, com presença “maior que a vida” ao lado de homenagens masculinas já existentes. O projeto é a primeira iniciativa de AR do museu.
Contexto institucional e acessibilidade
A implantação da AR ocorre em meio a indefinição sobre o futuro do museu, após a rejeição do projeto no Congresso. A versão revisada da proposta foi questionada por incluir restrições a mulheres trans e abriria margem a veto presidencial sobre a localização. A autorização para o museu foi concedida originalmente em 2020.
Melanie Adams, diretora interina, afirma que a AR permite que o museu esteja presente no Mall mesmo sem um espaço físico. Ela destaca o alcance nacional, com plataforma online que oferece uma versão não interativa da experiência e acesso remoto via internet.
Como funciona e próximos passos
A experiência funciona em quatro momentos para cada uma das cinco biografias, em que a navegação pode exigir mobilidade pelo percurso total de aproximadamente dois quilômetros. O objetivo é testar recebimento do público e o interesse por conteúdos históricos em formatos modernos.
Além da visita no Mall, a plataforma Unhidden Heroines pode ser acessada online, ampliando o alcance para além de Washington, DC. A equipe do museu reforça que o conteúdo continua alinhado à missão de destacar histórias femininas como parte da história dos Estados Unidos.
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