- Margot Betti Frank completaria cem anos em 16 de fevereiro de 2026; era a irmã mais nova de Ana Frank e estudiosa, esportista e discreta.
- Nascida em 16 de fevereiro de 1926, em Fráncfort, mudou-se com a família para Amsterdã em 1933, devido ao antisemitismo na Alemanha.
- Durante a infância, destacou-se em matemática, participou de um clube de remo e sonhava em ser comadrona, estudando intensamente na escola Meisjeslyceum.
- Em 1942, a família se escondeu no Anexo de Amsterdã; Margot mantinha o ritmo de estudo, enquanto Ana descrevia a convivência entre elas nos diários.
- Após serem descobertas em 1944, Margot foi deportada com a família para campos nazistas; morreu no campo de Bergen-Belsen em 1945, aos 18 ou 19 anos, conforme registros. A Casa de Anne Frank mantém memória de Margot através de materiais e exposições.
Margot Betti Frank completaria 100 anos em 16 de fevereiro de 2026. Acompanhada da memória de Ana, é reconhecida como irmã mais velha da autora do famoso diário.
Nascida em 16 de fevereiro de 1926, em Frankfurt, Margot mudou com a família para a Holanda em 1933. O objetivo era fugir do antisemitismo crescente na Alemanha, abrindo caminho para uma vida em Amsterdam.
Ao lado dos pais, Otto e Edith, Margot viveu no Anexo Secreto, espaço improvisado nos canais de Amsterdam. Aqui, em 1942, Ana e Margot passaram anos escondidas com outras oito pessoas até a prisão em 1944.
Margot era calma, estudiosa e esportista. Destacava-se em matemática, remo e natação. Sonhos incluíam tornar-se parteira e emigrar para a Palestina, mantendo uma rotina de estudos mesmo no abrigo.
A relação com Ana era de complementariedade, com a irmã menor descrevendo Margot como inteligente e gentil. As notas de ensino trilharam inglês, francês, latim, alemão e neerlandês, além de ciência e matemática.
Durante o período escondido, Margot manteve o ritmo acadêmico. Ela participou de atividades escolares internas e cultivou amizades, mesmo sob condições extremamente adversas.
Em 1944, a invasão nazista resultou na prisão de todos no Anexo. A família Frank foi deportada para Auschwitz-Birkenau, seguido de Bergen-Belsen. Margot faleceu ali, jovem, após adoecer.
A história de Margot ganhou reforço com relatos de amigas e registros da Casa de Anne Frank, que mantém memória da irmã desde então. Otto Frank, pai de Margot, forneceu cartas que ajudam a reconstruir esses episódios.
Após a guerra, Otto compartilhou com Betty Ann Wagner as informações sobre Margot e Ana. A publicação do Diário de Ana ampliou a atenção à irmã mais velha, lembrando-a também como protagonista de sua própria vida.
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