- O Conectiva Linux foi criado em Curitiba, no Paraná, em 1995, ajudando a popularizar o software livre no Brasil e na América Latina.
- Um marco foi a tradução do Slackware para o português, facilitando a adoção por iniciantes e empresas.
- O modelo de negócios incluía consultoria, treinamentos e serviços, formando um ecossistema profissional em torno do Linux.
- Em 2005, a Conectiva foi adquirida pela Mandrake Linux por US$ 2,23 milhões, dando origem à Mandriva S.A. e à Mandriva Linux; a marca passou a não ter distribuição independente.
- O legado persiste ao fortalecer comunidades de código aberto e incentivar debates sobre autonomia tecnológica no Brasil e na região.
Criada em Curitiba, em 1995, a Conectiva lançou o Linux no Brasil ao traduzir o Slackware para o português, oferecendo suporte local e treinamento. A iniciativa reduziu barreiras técnicas e linguísticas para usuários brasileiros.
O projeto ganhou espaço entre empresas, governos e instituições de ensino, ao tornar o Linux mais acessível, estável e utilizável com ferramentas gráficas. A atuação local ajudou a formar comunidades técnicas.
Em 2005, a Conectiva foi adquirida pela Mandrake Linux, por US$ 2,23 milhões, dando origem à Mandriva S.A. e à Mandriva Linux. A operação encerrou a marca brasileira como distribuição independente.
Legado e impacto regional
A trajetória da Conectiva ficou marcada pela difusão do software livre na América Latina, com o fortalecimento de comunidades técnicas e de profissionais especializados em código aberto. O legado orienta projetos hoje.
Mesmo após a fusão, o papel da Conectiva ajudou a debater a autonomia tecnológica no Brasil e a estimular iniciativas de treinamento e colaboração entre empresas, universidades e comunidades técnicas.
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