Em Alta NotíciasFutebolPolíticaBrasilEsportes

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Microsoft testa armazenamento em vidro com promessa de 10 mil anos

Microsoft testa armazenamento em vidro borossilicato com laser para até 4,84 TB por placa, durabilidade de até 10 mil anos e leitura com IA

Imagem de chip de vidro da Microsoft: pesquisa sobre armazenamento offline de dados anima empresa de tecnologia
0:00
Carregando...
0:00
  • Microsoft testa armazenamento de dados em vidro borossilicato modificado a laser, com duração estimada de até 10 mil anos, no projeto Silica.
  • Em testes, uma placa de 2 milímetros de espessura armazenou mais de 1 TB, usando voxels de fase em três dimensões.
  • Cada milímetro cúbico do vidro pode guardar até 1,59 GB; nos experimentos, alcançou-se 4,84 TB em placas de 12 cm por 12 cm por 2 mm.
  • Dados são lidos com microscópio especializado e interpretados com apoio de inteligência artificial; o método utiliza laser ultrafast de femtossegundos.
  • A pesquisa, citada pela Nature, sugere que gravações em suportes robustos como o vidro podem oferecer alternativa à nuvem, com menos dependência de hardware e ataques cibernéticos.

Microsoft testa armazenamento em vidro com promessa de durar milênios

A empresa apresentou o Project Silica, um projeto de armazenamento de dados em vidro borossilicato modificado a laser, com objetivo de preservar informações por até 10 mil anos. Em testes iniciais, uma placa de 2 milímetros de espessura arquivou mais de 1 TB de dados.

O estudo é mostrado como alternativa à nuvem, buscando reduzir riscos de perda diante da descontinuidade de serviços ou plataformas digitais. A divulgação ocorre em meio ao crescimento de centros de dados e da demanda por soluções de preservação de longo prazo.

Quem participa: além da Microsoft, pesquisadores citados envolvem especialistas em gravação a laser e o físico Peter Kazansky, citado pelo Gizmodo. A imprensa destaca o papel de pesquisadores que avaliam a fragilidade de soluções digitais tradicionais.

Como funciona: o método usa um laser ultrarrápido de femtossegundo para criar voxels de fase dentro do vidro. Diferente de pixels, os voxels são unidades tridimensionais que armazenam informação em várias camadas.

O que dizem os números: cada milímetro cúbico do vidro pode armazenar até 1,59 GB. Em placas de 12 cm por 12 cm com 2 mm de espessura, a capacidade estimada alcançou 4,84 TB.

Detalhes técnicos

A leitura dos dados é realizada por microscópio especializado, com o apoio de inteligência artificial para interpretar as informações gravadas. Os testes com o conjunto citado demonstram potencial para evitar falhas comuns de hardware e ataques cibernéticos em offline.

Contexto e impactos

O vidro proposto busca atender à demanda por preservação de acervos históricos e institucionais que podem se perder com mudanças de plataformas digitais. A estratégia dialoga com questões sobre custo, segurança e sustentabilidade da infraestrutura de nuvem no longo prazo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais