- ministros confirmaram as sete localizações de novas cidades na Inglaterra, com entre quinze mil e quarenta mil imóveis em cada uma.
- o plano prevê bairros planejados desde o início, com escolas, acesso a serviços de saúde, transporte público e caminhos para pedestres e bicicletas.
- os locais incluem Tempsford, vila em Bedfordshire, perto da A1, em torno de uma antiga base da Força Aérea; cinco ficam dentro ou na borda de grandes cidades, incluindo dois em londres; e Milton Keynes é outra área apontada.
- entre as sete, Crews Hill e Chase Park em Enfield; Thamesmead, sul-est London; Victoria North em Manchester; Leeds South Bank; Brabazon e West Innovation Arc no norte de Bristol estão entre os futuros projetos; outros locais da shortlist não serão novas cidades, mas podem receber apoio por outros meios.
- o governo afirma que o plano representa um marco na construção de futuras comunidades, com moradias, empregos, transportes e áreas verdes criados em conjunto.
Ministros confirmaram as localizações de sete novas cidades no interior da Inglaterra, definindo áreas que combinam terreno subutilizado no centro de cidades, uma vila histórica e uma cidade existente já em desenvolvimento. O programa é apresentado pelo Ministério da Habitação e Comunidades como o mais ambicioso projeto de construção de moradias em meio século, prevendo entre 15 mil e 40 mil casas em cada nova cidade.
As cidades devem ser planejadas de forma integrada, com escolas, acesso a serviços de saúde, ligações de transporte público e vias de pedestres e ciclovias criadas simultaneamente às moradias. Apenas uma das localidades se formará ao redor de uma pequena comunidade existente, seguindo o modelo de gerações anteriores de novas cidades após a Segunda Guerra Mundial.
Entre os locais escolhidos está a vila de Tempsford, em Bedfordshire, próxima à via A1, onde até 40 mil moradias devem ser erguidas em um terreno de base aérea desativada. O projeto inclui ainda um grande polo de interconexão ferroviária, conectando a linha principal leste-oeste entre Cambridge e Oxford.
Cinco dos projetos ficam dentro ou nas margens de grandes cidades, incluindo duas em Londres. Em Crews Hill e Chase Park, Enfield, na periferia norte da capital, preveem-se até 21 mil casas. Thamesmead, sudeste de Londres, deve receber 15 mil moradias com a extensão do Docklands Light Railway.
Dois empreendimentos urbanos ficarão relativamente centrais: Victoria North, em Manchester, com cerca de 15 mil casas; Leeds South Bank, com 20 mil. Já Brabazon e West Innovation Arc, no norte de Bristol, somam até 40 mil casas. O sétimo projeto envolve Milton Keynes, que já nasceu como cidade-geração de novas cidades no século XX e pode abrigar 40 mil moradias.
As sete localidades foram escolhidas a partir de uma lista inicial de 12 anunciada em setembro. Adlington, Marlcombe, Plymouth, Heyford Park, Wychavon Town e South Barking ficaram de fora do status de novas cidades, porém mantêm elegibilidade para apoio por outros mecanismos.
O anúncio foi recebido como um marco pelo setor, com o secretário de Habitação afirmando que o plano representa uma mudança no modelo de construção para o futuro. A ideia é criar comunidades completas desde o solo, com moradias, empregos, transporte e áreas verdes projetadas em conjunto, assegurando mais segurança e oportunidades às famílias.
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