- O fim da trégua já foi sentido em seis províncias da Ucrânia, incluindo Kiev; a região mais atingida foi Dnipropetrovsk, onde houve uma morte.
- Segundo autoridades ucranianas, os maiores danos ocorreram em edifícios residenciais e em instalações energéticas.
- O presidente ucraniano, Volodímir Zelenski, afirmou que as forças responderão retomando ataques em solo russo.
- Zelenski disse que a Rússia rompeu o alto ao fogo e que responderiam com contundência; afirmou ainda que, na madrugada, houve mais de trinta ataques com bombas aéreas.
- A Rússia voltou a bombardear cidades com mísseis e centenas de drones; a Ucrânia se prepara para retaliar contra o setor petrolífero e de gás russo.
O governo russo encerrou a trégua de três dias com novos ataques aéreos e de mísseis contra a Ucrânia. A ofensiva começou após o término formal do cessar-fogo, com ações registradas em várias regiões do país.
Segundo autoridades ucranianas, o ataque foi mais intenso em seis províncias, incluindo a capital, Kiev. Em Dnipropetrovsk, no leste do país, houve uma fatalidade registrada e danos significativos em habitações e instalações energéticas.
O presidente ucraniano, Volodímir Zelenski, afirmou que as Forças Armadas vão responder atacando alvos russos no território inimigo. Ele disse que a Rússia rompeu o alto o fogo e que o país manterá a escalada em resposta.
Zelenski também informou que Moscou teria suspendido ataques com aviões no setor fronteiriço. Na última madrugada, Kiev contabilizou mais de 30 ataques com bombas aéreas, segundo o governo ucraniano.
Repercussões e contexto
A retomada dos bombardeios acontece em meio à aproximação do Dia da Vitória, em que a Rússia tradicionalmente realiza desfiles militares. Kiev, por sua vez, alerta para uma possível intensificação de ações contra alvos russos.
As autoridades ucranianas destacam que a trégua — que previa inclusive a troca de 1.000 prisioneiros de guerra por lado — ainda não foi implementada, pois as duas partes trabalham na identificação dos combatentes a serem libertados.
A ofensiva russa coincide com a ampliação de ações contra o setor energético da Ucrânia, enquanto Kiev aponta para possíveis retaliações contra infraestruturas estratégicas na Rússia, inclusive com uso de drones.
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