- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que deveria haver uma resposta de Irã hoje sobre a proposta para encerrar o conflito.
- O ministro de Exteriores iraniano, Abbas Araqchí, afirmou que cada vez que se aproxima uma solução diplomática, os EUA realizam uma ação militar.
- O petróleo voltou a ficar acima de cem dólares o barril, com renovadas preocupações sobre o abastecimento.
- Hezbolá disparou foguetes contra o norte de Israel em resposta ao assassinato do comandante Ahmed Ali Balout, em Beirut.
- Os EUA dizem ter impedido o passo de duas petroleiras iranianas no golfo de Omã; o Irã capturou o petroleiro Ocean Koi por suposta obstrução das exportações.
O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã ganhou nova tensão com ataques mútuos perto do estreito de Ormuz. Washington afirma manter o alto ao fogo, enquanto Teerã acusa o EUA de agir militarmente sempre que há avanço diplomático. O petróleo voltou a passar de 100 dólares por barril.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse esperar uma resposta iraniana hoje sobre a proposta de paz. O presidente Donald Trump afirmou que as negociações seguem, apesar das hostilidades recentes. Teerã reagiu culpando Washington por escaladas militares.
Em Israel, houve resposta com ataques no Líbano e no sul do país, elevando a pressão na região. Hezbolá lançou cohetes contra o norte de Israel em solidariedade a ataques libaneses, em retaliação ao assassinato de Ahmed Ali Balout em Beirut.
No Líbano, o balance de mortos desde o início do conflito com Israel subiu para mais de 2.700, com milhares de feridos. Autoridades libanesas relatam destruição de moradias e contínuo bloqueio de áreas próximas a Tiro e Nabatieh, mesmo com cessar-fogo vigente.
Ações militares iranianas incluem a captura de um petroleiro por suposta obstrução das exportações nacionais. A Marinha iraniana anunciou a apreensão do Ocean Koi, sem detalhar origem ou bandeira, após ataques em Ormuz. Teerã criou a autoridade para gerenciar o trânsito no estreito.
Em resposta, EUA afirmam ter impedido a entrada de dois petroleiros iranianos em portos do Golfo de Omã, com ações de precisão lançadas a partir do porta-aviões George H. W. Bush. O incidente é o mais grave desde a implementação da trégua de abril.
A Internacional de Ajuda segue com a flotilla Global Sumud, que retomou a rota de Grécia rumo à Turquia, com destino a Gaza. O grupo revisa estratégias de segurança após interceptações, buscando manter o trajeto seguro para civis.
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