Em Alta NotíciasFutebolBrasil_POLÍTICA_economia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Lançamento do projeto ‘Project Freedom’

Operação dos EUA, Project Freedom, intensifica confrontos no estreito de Hormuz e ameaça a trégua com o Irã

Six larger vessels are anchored in the Strait of Hormuz. A small speedboat drives past them.
0:00
Carregando...
0:00
  • A operação “Project Freedom” começou na segunda-feira para reestabelecer a livre navegação no estreito de Hormuz, com uso de destróieres guiados, mais de cem aeronaves e cerca de quinze mil militares.
  • A oferta norte-americana é de uma missão defensiva; o presidente Donald Trump ameaçou que Irã será “varrido da face da Terra” se atacar navios eskortados pelos EUA.
  • O Comando Central dos EUA informou que navios comerciais protegidos transitaram pelo estreito; Teerã negou as travessias e afirmou ter atingido um navio americano.
  • Irã afirmou ter lançado quatro mísseis de cruzeiro contra os Emirados Árabes Unidos, três foram interceptados e um caiu no mar; houve também ataque com drone a uma instalação petrolífera em Fujairah e explosão em um navio sul-coreano.
  • As autoridades dos EUA disseram que nenhum navio da Marinha dos EUA foi atingido; a escalada ocorre como resposta aos esforços de Trump para reabrir Hormuz.

A operação chamada Project Freedom foi lançada na segunda-feira, com o objetivo declarado de restabelecer a liberdade de navegação no Estreito de Hormuz. Os EUA afirmam que a ação envolve destróieres de mísseis guiados, mais de 100 aeronaves, plataformas não tripuladas e cerca de 15 mil militares para orientar navios comerciais pela rota estratégica.

O governo dos EUA classifica a missão como defensiva, embora tenha sido anunciada sem respeitar o prazo de 60 dias para encerrar hostilidades com o Irã. O anúncio ocorreu após ataques aéreos e de drones contra navios na região, que levaram o Comando Central dos EUA a sustentar o início de uma nova fase de operações.

O presidente Donald Trump indicou, em entrevista, que o Irã estaria sob ameaça de retaliação caso atue contra as forças americanas protegendo navios no estreito. A declaração contrasta com o tom oficial de defesa da campanha, segundo a Casa Branca.

Progresso e ações no estreito

O Comando Central dos EUA informou que navios mercantes sob bandeira norte-americana transitaram o Estreito de Hormuz, embora a República Islâmica do Irã tenha negado tais deslocamentos. O Irã afirmou que teria atingido um navio violando normas de segurança marítima, conforme fontes iranianas.

O ministro da Defesa do Irã, representado pela imprensa estatal, disse que não há registro de navios dos EUA passando pela região. Em contrapartida, autoridades dos EUA afirmaram que dois navios comerciais com bandeira dos EUA concluíram travessias bem-sucedidas pela passagem.

Na escalada, forças iranianas teriam atacado com mísseis de cruzeiro e drones alvos na região. O Irã não confirmou oficialmente os ataques, mas alegou que navios estrangeiros teriam violado a navegação, justificando uma resposta.

Desdobramentos no Golfo e nos Emirados

Além das ações no Estreito, forças iranianas teriam disparado quatro mísseis de cruzeiro contra o território dos Emirados Árabes Unidos, três foram interceptados e um caiu no mar, segundo o Ministério da Defesa dos Emirados. Um incêndio em uma instalação de petróleo localizada em Fujairah foi atribuído a um drone iraniano.

Um navio operado pela Coreia do Sul, ancorado no estreito próximo ao litoral dos Emirados, também foi atingido por uma explosão, conforme relatos locais. As informações indicam uma escalada associada aos esforços de Washington para reabrir Hormuz frente aos atritos com o Irã.

Essa sequência de eventos marca a continuidade de hostilidades na região, com várias partes envolvidas e diferentes versões sobre ataques e travessias no Estreito de Hormuz, além de impactos econômicos e de segurança para o comércio internacional.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais