- O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar bombardear amplamente o Irã caso não aceite os termos para encerrar a guerra, com prazo até as 20h desta terça-feira, horário de Nova York.
- Ele afirmou nas redes sociais que “toda uma civilização morrerá esta noite” se o Irã não concordar, dizendo que não quer, mas provavelmente acontecerá.
- Trump sinalizou que novos líderes iranianos, com mentes diferentes, poderiam chegar a um acordo antes do prazo.
- O chefe da Casa Branca disse que esta seria um dos momentos mais importantes da história mundial, citando 47 anos de extorsão, corrupção e morte.
- No domingo, Trump prometeu destruir infraestrutura civil no Irã, incluindo usinas de energia, caso não haja acordo até o fim da terça-feira.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã para aceitar termos de cessar-fogo. A ameaça de ataque foi condicionada ao acordo, com prazo fixado para as 20h da terça-feira, em horário de Nova York. A comunicação ocorreu nas redes sociais, sem detalhes sobre a operação.
Trump afirmou que poderia ocorrer um bombardeio amplo caso Teerã não concorde com as condições apresentadas. O tom enfatizou que, segundo ele, outra etapa histórica poderia encerrar décadas de tensões, ainda que reconheça a possibilidade de falha na negociação.
O chefe de Estado informou ainda que há a possibilidade de mudanças no comando iraniano que, com uma postura menos radical, poderia facilitar um acordo até o vencimento do prazo. Também advertiu que a situação é um dos momentos mais decisivos da história mundial.
Desdobramentos
No domingo, o presidente indicou que poderia devastar infraestrutura civil no Irã caso não haja acordo até o fim do prazo, o que gerou críticas internacionais. A possibilidade de atacar alvos civis foi descrita por analistas como potencial crime de guerra, caso se confirme.
A Bloomberg destacou que ataques ou medidas contra o Irã têm impactos amplos para a segurança regional e global. A possibilidade de ações rápidas aumenta a incerteza sobre o desfecho, com autoridades internacionais monitorando a situação de perto.
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