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Trump ameaça Irã e exige acordo antes de ser tarde demais

Trump ameaça Irã e exige acordo; EUA destituem o chefe do Estado-Maior, enquanto Irã mantém o estreito de Ormuz fechado e cerca de 2.000 navios permanecem presos

Manifestantes en favor del régimen de los ayatolás, este jueves en Teherán.
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  • Trump publicó en Truth que el ejército de Estados Unidos ni siquiera ha empezado a destruir Irán y pidió “acercarse rápido” a un acuerdo antes de que sea demasiado tarde.
  • El secretario de Defensa de Estados Unidos destituyó al jefe del Estado Mayor del Ejército, general Randy George, según anunció un portavoz.
  • Irán sostiene que el estrecho de Ormuz seguirá cerrado a largo plazo para Estados Unidos e Israel, y que unos 2.000 buques quedan atascados, con casi 20.000 marineros retenidos.
  • En Israel, un ataque iraní dejó un herido grave en Harish; las Fuerzas de Defensa indican que interceptaron misiles enviados desde Irán y que varios eran de racimo.
  • Drones iraníes impactaron la refinería Mina al-Ahmadi, en Kuwait, provocando incendios sin heridos reportados.

O presidente dos EUA, Donald Trump, intensificou as pressões sobre o Irã em publicação na rede Truth, afirmando que o Exército americano nem começou a destruir o que resta no país. A mensagem enfatiza ações rápidas contra pontes e centrais elétricas, segundo o tekstual. O tom reforça a escalada de ameaças entre as duas nações.

Paralelamente, o Departamento de Defesa dos EUA anunciou a destituição do chefe do Estado-Maior do Exército. O general Randy George foi afastado pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, conforme confirmou o porta-voz Seal Parnell. A decisão ocorre em meio à tensão regional e a esforços de reorganização das Forças Armadas americanas.

O Irã, por sua vez, manteve posição de bloquear o estreito de Ormuz por tempo indeterminado para EUA e Israel. A área abriga, antes da crise, cerca de 20% do comércio mundial de petróleo, com milhares de navios retidos ou atrasados e quase 20 mil marineros no local. Teerã justifica a medida como resposta a ações externas.

Ataque recente a Israel

As Forças de Defesa de Israel informaram um novo ataque vindo do Irã, resultando em um ferimento grave em Israel, no centro do país. De acordo com a Estrela de David Roja, um homem de 22 anos foi levado para o hospital em Harish após sofrer ferimentos graves. Os sistemas de defesa israelenses continuam ativos para interceptar possível nova agressão, segundo a FAB.

O episódio ocorre após ataques ocorridos na véspera, quando o Irã teria lançado cerca de 30 mísseis contra território israelense, coincidindo com as celebrações da Páscoa judaica. A defesa de Israel informou que alguns mísseis eram de tipo disperso e que parte caiu em áreas abertas, com o restante sido interceptado.

Trump também reiterou, em discurso recente, a previsão de que a guerra pode durar mais duas a três semanas, com promessa de bombardear o país adversário para forçar rendição. Em resposta, o ministro das Relações Exteriores iraniano afirmou que ataques a estruturas civis não levarão o Irã a ceder e que cada alvo será reconstruído.

Incidentes de drones e impactos regionais

Drones de origem iraniana teriam atingido a refinaria Mina al-Ahmadi, no Kuwait, segundo a Kuwait Oil Company e a agência Reuters. O ataque provocou incêndios em unidades operacionais, mas não houve registro de feridos. A empresa estatal não detalhou danos completos nem interrupções de produção.

No âmbito global, a volatilidade aumentou em função das ameaças de Washington de ampliar ataques caso o Irã não concorde com um acordo para encerrar o conflito. A pressão também elevou o preço do petróleo, alimentando preocupações sobre a abastecimento e custos para consumidores.

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