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Presidente diz que ataques dos EUA à rede elétrica do Irã são crimes de guerra

Pezeshkian afirma que ataques à infraestrutura elétrica iraniana são crimes de guerra, gerando instabilidade, perdas humanas e custos econômicos

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian. Foto: Angela Weiss/AFP
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  • Desde 28 de fevereiro, ataques no Oriente Médio continuam, mirando principalmente a infraestrutura elétrica.
  • O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou em carta publicada que os ataques de Israel e dos Estados Unidos contra a infraestrutura elétrica iraniana constituem crime de guerra.
  • Pezeshkian disse que atacar a infraestrutura vital do Irã atinge diretamente o povo e gera instabilidade, perdas humanas e custos econômicos.
  • Ele afirmou que Israel “manipulou” os Estados Unidos para entrar na guerra, e que Donald Trump negou a acusação.
  • Questionou se a prioridade “Estados Unidos primeiro” realmente está entre as metas do governo.

Foi divulgado que ataques à infraestrutura elétrica iraniana, atribuídos a EUA e a Israel, são considerados crimes de guerra pelo governo do Irã. A afirmação foi feita pelo presidente iraniano Masoud Pezeshkian em carta publicada no site oficial nesta quarta-feira 1º.

Segundo Pezeshkian, desde 28 de fevereiro as ações continuam no Oriente Médio, com foco na infraestrutura energética. O presidente argumenta que atacar redes de energia e indústrias afeta diretamente a população iraniana.

A carta sustenta que tais ações não apenas configuram crime de guerra, mas também geram instabilidade regional, elevam perdas humanas e custos econômicos e prolongam tensões. O governo iraniano busca resposta internacional.

Pezeshkian afirmou que Israel teria manipulado os EUA para entrar no conflito. O presidente questiona se a prioridade do governo é atender a interesses de outras nações em detrimento da população local.

Donald Trump: o ex-presidente dos EUA negou as acusações de que Washington estaria colaborando para ampliar a ofensiva. Não houve confirmação independente sobre envolvimento direto de Washington ou de Tel Aviv.

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