- Trump afirmou ao Financial Times que os EUA poderiam “coletar o petróleo do Irã” e, por meio de uma operação militar, tomar a ilha de Jarg, principal terminal petrolífero iraniano.
- Ele afirmou que a ofensiva seria fácil, considerando que o Irã, segundo ele, não teria defesa suficiente.
- Em paralelo, disse que as negociações com o Irã, mediadas pelo Paquistão, vão “muito bem” e podem resultar em acordo em breve.
- O presidente citou que os EUA possuem mais de cinquenta mil soldados no Oriente Médio, com milhares a caminho, incluindo paraquedistas e unidades especiais.
- A possibilidade de ocupação da ilha implicaria ficar por algum tempo, afirmou, sem detalhar planos adicionais.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta madrugada que os EUA teriam a opção de extrair o petróleo do Irã e, por meio de uma operação militar, tomar a ilha de Jarg, maior terminal petrolífero iraniano. A declaração foi feita durante entrevista ao Financial Times.
Segundo Trump, a tomada da ilha seria relativamente simples, pois acredita que o Irã não conteria resistência militar suficiente. Em paralelo, ele destacou que as negociações com o Irã, mediadas pelo Paquistão, estariam caminhando de forma positiva e que um acordo poderia surgir em breve.
Aeronáutica e forças de operações especiais dos EUA estariam em prontidão para ações aéreas e rápidas, com mais de 50 mil soldados já destacados na região e milhares adicionais em deslocamento. O presidente disse ainda que diferentes opções continuam sobre a mesa, sem detalhar prazos ou condições.
Desenvolvimento regional
Na mesma linha de tensão, o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou que o Exército amplie a área sob controle no sul do Líbano, elevando o nível de atuação militar em uma região sensível. A medida amplia a presença militar israelense na fronteira com o leste do Mediterrâneo.
Anteriormente, Trump revelou ao jornal que as negociações com o Irã, intermediadas pelo Paquistão, teriam ganhado ritmo positivo. A intenção é obter um acordo que encerre tensões na região, sem detalhar os pontos ainda em discussão. A situação envolve diferentes frentes militares e diplomáticas.
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