- Doze soldados norte-americanos ficaram feridos em uma base aérea saudita Princesa Sultán, após ataque com mísseis atribuído ao Irã.
- Os houthis do Iêmen reivindicaram o lançamento de um míssil contra território israelense, primeiro ataque do grupo desde o início da guerra.
- Israel informou ter interceptado parte dos mísseis lançados pelo Irã, com alarmes em várias regiões do país e danos materiais em pontos do centro.
- Autoridades dos EUA sinalizaram possibilidade de reunião com o Irã ainda nesta semana, enquanto o secretário de Estado afirmou que a guerra pode terminar em semanas, não meses.
- Em alguns desdobramentos, houve ataques por drones e mísseis em outras áreas da região, incluindo operações iranianas em Omã e novos confrontos em torno do Golfo.
Doze militares dos Estados Unidos ficaram feridos em um ataque com mísseis iranianos a uma base aérea na Arábia Saudita. O feito ocorreu na base Príncipe Sultán e agravou o acirramento do conflito na região, segundo fontes do governo americano. O Estado Islâmico não está envolvido.
O ataque foi reivindicado pelos rebeldes hutíes do Iêmen, alinhados ao Irã, que já anunciaram apoio a ações contra Israel caso a escalada continue. Não houve confirmação de feridos entre israelenses ou sauditas, mas houve danos materiais e abalos emocionais. Mais cedo, Israel informou interceptação de mísseis vindos do território iraniano.
Na mesma faixa horária, houve ataques com drones a Salalah, no Omã, resultando em um trabalhador ferido e danos a uma grua portuária. Oman tem atuado como mediador entre EUA e Irã, mas foi alvo de ações associadas ao conflito desde o início da escalada.
Também foi registrado novo ataque de mísseis iranianos contra centros em Israel, com interceptação das ordens de ataque; restos caíram no centro do país, sem registro de feridos. O episódio marca a intensificação dos ataques em múltiplos fronts na região.
Diplomaticamente, o enviado americano para as negociações com o Irã sugeriu possibilidade de reunião entre Washington e Teerã ainda nesta semana. Separadamente, autoridades de Washington mencionaram que não se espera resolução rápida do conflito, citando semanas como faixa provável.
Oficialmente, o presidente dos EUA afirmou que a operação contra o Irã avança além do cronograma, e afirmou que o Irã demonstra disposição de negociar. Também criticou a OTAN, destacou apoio de aliados árabes e reforçou que a cooperação internacional é essencial para a contenção.
As informações destacam que já houve um balanço de mais de 300 militares dos EUA feridos desde o início da guerra em 28 de fevereiro, com 13 mortes. O choque de ações entre EUA, Israel e Irã mantém a região onipresentemente em alerta.
Entre na conversa da comunidade