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EUA projetam fim da operação contra o Irã em semanas, não meses, diz Rubio

EUA dizem que operação contra o Irã deve terminar em semanas, não meses, enquanto Israel ameaça ampliar ataques e a região segue sob tensão

A man sweeps up debris near a building hit in an airstrike in the early hours of Friday in Tehran, Iran.
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  • Os EUA sinalizam que a operação contra o Irã deve terminar em semanas, não meses, segundo o secretário de Estado Marco Rubio, após reunião do G7 na França.
  • Israel ameaça expandir ataques, com ofensivas recentes mirando alvos ligados ao programa nuclear e à defesa iraniana, enquanto ataques com mísseis e drones continuam entre Irã e Israel.
  • Dados oficiais indicam que cerca de um terço do arsenal de mísseis iranianos e de drones pode ter sido destruído, segundo fontes norte-americanas consultadas pela Reuters.
  • O Corpo da Guarda Revolucionária Interplanetária (IRGC) afirmou ter barrado três navios no Estreito de Hormuz, proibindo passagem de navios de aliados de EUA e Israel.
  • O conflito já deixou dezenas de mortes e milhares de feridos na região, com impactos humanos e econômicos cada vez mais amplos; aumentam as tensões na área e a possibilidade de escalada.

Washington espera que a operação contra o Irã termine em semanas, não meses, disse o secretário de Estado em coletiva após reunião do G7, em França. O comentário ocorre em meio a escaladas de violência na região e a ameaça de Israel de ampliar ataques contra o Irã.

Oficiais americanos sinalizam temporalidade variável, mas mantêm a ideia de concluir ações no curto prazo. A ofensiva conjunta com Israel teve início com um ataque surpresa em 28 de fevereiro, que impactou alvos estratégicos no Irã.

Na frente diplomática, o Irã nega negociações em andamento e sustenta que não há conversas em curso com Washington. O governo iraniano diz manter posição de resistência e criticou a narrativa de diálogos.

Tensão no terreno e novas ameaças

Em Beirute, uma ofensiva israelense de madrugada deixou dois mortos, segundo autoridades locais, enquanto mísseis e drones iranianos miravam Israel. O ministro da Defesa de Israel afirmou que ataques devem se expandir para mais alvos no Irã.

Autoridades israelenses disseram que as ações recentes atingiram instalações associadas ao programa nuclear iraniano, incluindo uma usina de água pesada e uma planta de produção de yellowcake. O governo iraniano informou que não houve vítimas ou risco de contaminação.

Situação no estreito de Hormuz e abastecimento

O Irã declarou que turnou de volta navios que tentavam transitar pelo estreito de Hormuz, afirmando que o tráfego está proibido para navios aliados de Israel e dos EUA. O estreito, que costuma responder por cerca de 20% do petróleo mundial, segue sob controle naval iraniano.

O governo americano enviou milhares de Marines e tropas de elite à região, com expectativa de reabrir a rota por meio de ações militares, possivelmente envolvendo ilhas no Golfo ou Kharg, principal centro de exportação de petróleo iraniano.

Balanço humano e perspectivas

Até o momento, o conflito deixa mortes em vários países da região, com números variando conforme as fontes. Autoridades humanitárias destacam necessidade de proteção de civis e de corredores humanitários, à medida que confrontos se intensificam.

Río de dados de agências internacionais indicam que o Irã continua a responder com ataques diários contra Israel, mantendo nível de atividade considerável. Observadores ressaltam que a dinâmica regional complica qualquer previsão de desescalada rápida.

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