- O comandante da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, Alireza Tangsiri, morreu em ataque em Bandar Abbas na quinta-feira, 26, conforme relato de um oficial israelense ouvido pelo The Times of Israel.
- Tangsiri ocupava posição estratégica e, segundo a fonte, tinha atuação direta no controle do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do mundo.
- O Estreito possui cerca de cinquenta quilômetros no ponto mais estreito e representa cerca de vinte por cento da produção mundial de petróleo transportado.
- Durante o conflito, o Irã passou a exercer controle sobre o tráfego na região e começou a cobrar taxas para navios comerciais, com valores que podem chegar a US$ dois milhões por viagem.
- A morte ocorre em meio a uma série de operações contra o alto escalão iraniano, citando nomes como o líder supremo Ali Khamenei, o chefe do Conselho Supremo de Segurança Ali Larijani e o ministro da Inteligência Esmail Khatib.
O comandante da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, Alireza Tangsiri, morreu nesta quinta-feira, 26, em Bandar Abbas, após um ataque. A informação foi publicada por um oficial de Israel ouvido pelo The Times of Israel.
Tangsiri ocupava posição estratégica e teria atuação direta no controle do Estreito de Ormuz, rota marítima vital que liga a Ásia à Europa. O estreito tem cerca de 50 km na parte mais estreita e é passagem de grande parte do petróleo e gás mundial.
O estreito é responsável por aproximadamente 20% da produção mundial de petróleo transportado. Durante o conflito, o Irã passou a restringir tráfego de embarcações não autorizadas e a cobrar taxas por navios comerciais, com valores que, segundo relatos, podem chegar a US$ 2 milhões por viagem.
Durante março, Tangsiri alertou sobre ações militares contra adversários, afirmando que, se os inimigos errassem, seriam mandados para as profundezas do inferno. A declaração é citada para contextualizar o tom da liderança iraniana.
A morte ocorre em meio a uma sequência de operações que atingiram integrantes do alto escalão iraniano desde o início das mobilizações militares. Entre os nomes citados como alvos estão o líder supremo Ali Khamenei, o chefe do Conselho Supremo de Segurança Ali Larijani, e o ministro da Inteligência Esmail Khatib.
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