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Irã reage negativamente a plano de cessar-fogo dos EUA, busca negociações

Irã rejeita, em princípio, plano de cessar-fogo dos EUA; interlocutores sinalizam possível retomada de negociações diretas já neste fim de semana

Kuwait’s international airport was struck by an Iranian drone on Wednesday as the country continued to attack neighbouring Gulf states.
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  • O Irã disse inicialmente não concordar com o plano de cessar-fogo dos EUA, chamando-o de maximalista e pouco razoável.
  • O pacote de 15 pontos incluiria alívio de sanções, desmantelamento do programa nuclear iraniano, restrição ao uso de mísseis e reabertura do estreito de Hormuz; também havia pontos sobre apoio a grupos no Oriente Médio.
  • Intermediários disseram que negociações diretas podem começar ainda neste fim de semana, com possíveis locais em Paquistão ou Turquia.
  • O cenário permanece tenso, com ataques iranianos a Israel e a países do Golfo e com Israel intensificando bombardeios; houve incêndio no aeroporto internacional de Kuwait provocado por drones.
  • Os EUA preparam reforço de tropas na região para pressionar a reabertura de Hormuz, incluindo 1.000 soldados da 82ª.Divisão de paraquedistas, 5.000 fuzileiros adicionais e milhares de marinheiros.

O Irã reagiu negativamente ao plano de cessar-fogo apresentado pelos Estados Unidos, feito em meio a pressões para iniciar negociações diretas ainda neste fim de semana. Representantes paquistaneses teriam entregue a proposta de 15 pontos a Teerã.

A iniciativa incluiria alívio de sanções, a desmontagem do programa nuclear iraniano, restrições ao uso de mísseis e a reabertura do estreito de Hormuz, segundo relatos à Associated Press. Também falaria de frear o apoio iraniano a grupos na região.

O Egito indicou que o plano restringiria o apoio iraniano a facções no Oriente Médio. Pontos defendidos antes do conflito já eram objeto de resistência em negociações anteriores.

Proposta iraniana e reação inicial

Um alto funcionário iraniano disse à Al Jazeera que o texto seria extremamente maximalista e irrazoável. Outros oficiais afirmaram que o país analisa o conteúdo, visto como favorável aos interesses dos EUA.

O Irã já havia rejeitado até então a ideia de ceder pontos-chave, como o programa de mísseis balísticos e a rede de proxy regional, considerados essenciais à defesa frente a EUA e Israel.

Paralelamente, Teerã intensificou ataques a Israel e a países do Golfo. Um ataque desencadeou um grande incêndio no aeroporto internacional de Kuwait, enquanto Israel prosseguia com bombardeios contra alvos no Irã.

Possíveis locais e ritmo das negociações

Fontes egípícias e paquistanesas sugeriram negociações presenciais entre EUA e Irã já para sexta-feira, em território paquistanês. Outras fontes apontaram a Turquia como possível sede das conversas.

Autoridades americanas indicaram que equipes em comunicação com um interlocutor governamental iraniano discutiam, sem confirmar, uma possível presença de Jared Kushner, Steve Witkoff e outros membros da equipe de política externa dos EUA. Não ficou claro quem exatamente participou das tratativas com o Irã.

Contexto militar e econômico

Enquanto o cenário diplomático se arrasta, os EUA enviaram mais tropas ao Oriente Médio, incluindo parte da 82ª Divisão Aerotransportada, com previsão de chegar à região. O objetivo seria pressionar o Irã, inclusive com planos de ações sobre as instalações em Kharg Island.

Israel manteve operações contra alvos ligados ao Irã e a Hezbollah, com resposta iraniana em lançamentos de mísseis. Fontes de defesa também mencionaram ataques a infraestruturas de energia no Golfo e em Iran, elevando as tensões regionais.

Impacto internacional

Os mercados reagiram rapidamente à notícia do plano, com queda nos preços do petróleo diante da possibilidade de fim do impasse. Pesquisas de opinião mostraram apoio mais baixo ao então presidente dos EUA diante do agravamento do conflito.

Até o momento, autoridades iranianas sinalizam cautela para retomar negociações diretas com Washington, especialmente após ataques mútuos recentes e ataques anteriores durante as tratativas.

Observação

Os números de vítimas variam entre fontes oficiais de cada país, com relatos de descasos civis e danos a infraestrutura. Autoridades internacionais continuam monitorando a evolução das negociações e o andamento do conflito regional.

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