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Israel anuncia tomada de controle militar do sul do Líbano até o Litani

Israel anuncia controle militar do sul do Líbano até o Litani, afeta 150 municípios e cerca de 250 mil pessoas desalojadas; pontes e estradas destruídas para isolamento

Un hombre buscaba este martes entre los escombros de una casa destruida en Beirut en un ataque israelí.
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  • O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, anunciou que o Exército tomará o controle militar do sul do Líbano até o rio Litani.
  • A área representa aproximadamente 10 por cento do território libanês, abrange 150 municípios e tinha cerca de 250 mil habitantes, que migraram para outras regiões do país.
  • O Exército canadense? (Oops) Não. Corrigir: O Exército de Israel já vinha atacando infraestruturas para isolar o sul; cinco pontes sobre o Litani foram destruídas, e outras dezenas de pontes e vias foram atingidas para isolar a região.
  • A operação ocorre em meio a décadas de tensão com o Hezbollah e após uma escalada de bombardeios na região, mantendo tropas no território libanês desde janeiro, sob o argumento de estabelecer uma zona de segurança.
  • A ação levanta questionamentos sobre a atuação das forças de paz da ONU na área e remete a períodos anteriores de ocupação israelense no sul do Líbano.

Israel anuncia que assume controle militar do sul do Líbano até o rio Litani, distância de cerca de 30 km da fronteira. A declaração foi feita pelo ministro da Defesa, Israel Katz, nesta terça-feira. O objetivo é estabelecer uma zona de segurança e neutralizar ameaças.

A cidadeania regional envolve cerca de 150 municípios e aproximadamente 250 mil pessoas, que já fugiram para outras áreas do Líbano. A operação ocorre após ataques aéreos que atingiram pontes e estradas para isolar o sul libanês, sob controle do exército libanês desde janeiro.

Katz confirmou a destruição de cinco pontes sobre o Litani, usadas por militantes do Hezbollah para transportar armas e insurgentes. O restante da infraestrutura permanece sob controle das tropas israelenses, que atuam para consolidar a ocupação.

Desde a semana anterior, a força aérea israelense tem atacado uma série de pontes e vias para isolar a região sul. O governo afirma que a zona patrocina atividades de terrorismo e que tropas estarão dispostas a responder a novas ameaças.

A operação levanta questões sobre o papel das forças de paz da ONU, já que a área é monitorada pelos capacetes azuis. A ofensiva também reacende o debate sobre a permanência de tropas israelenses na região, em violação a acordos anteriores de cessar-fogo.

Historicamente, a ocupação do sul do Líbano ocorreu entre 1982 e 2000, quando Israel manteve posições temporárias. A ofensiva atual resume uma linha de expansão que tem sido defendida por setores de maior espectro político.

As autoridades israelenses alegam necessidade de estabelecer uma zona de defesa para proteger populações ao norte de Israel. A ofensiva coincide com tensões regionais e com o histórico de conflitos entre Israel e grupos extremistas na região.

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