- Trump afirmou que EUA e Irã realizaram conversações com pontos de concordância, ideia que foi negada pelo Irã como operação psicológica.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que a situação energética global é crítica e defendeu negociações para encerrar as hostilidades.
- Relatos indicam que mensagens entre EUA, Irã e intermediários podem levar a uma conversa direta em Islamabad nesta semana.
- Israel disse ter realizado ataques de grande escala contra o Irã, enquanto o Irã lançou mísseis contra Emirados Árabes e Arábia Saudita; Beirute também foi atingida em relatos.
- Outros desdobramentos: o destróier britânico HMS Dragon chegou ao Mediterrâneo; a Eslovênia anunciou racionamento de combustível; houve interceptação de drones sobre a região leste da Arábia Saudita, e os EUA relaxaram diretrizes de abrigo em Omã.
O momento de tensão na região segue com declarações contraditórias sobre um possível acordo entre EUA e Irã. Trump afirmou ter havido conversas que apontariam pontos comuns, sugerindo um acordo para encerrar o conflito. Teerã rebateu, chamando as afirmações de manobra psicológica sem efeito prático.
O IRGC classificou as declarações como operação psicológica, enquanto o porta-voz do parlamento, Mohammad Baqer Qalibaf, considerou a informação falsa e disse que não há sinal de negociação real. Fontes europeias dizem que mensagens foram repassadas por atores regionais como Egito, Paquistão e estados do Golfo.
Diplomacia e energia: Ursula von der Leyen, chefe da Comissão Europeia, pediu negociações com o Irã, citando a situação energética global como crítica. Segundo fontes, diálogos diretos sobre o fim do conflito poderiam ocorrer em Islamabad nesta semana, com participação de autoridades americanas e iranianas.
Desdobramentos diplomáticos
Trump afirmou ter suspendido ataques a usinas iranianas após discussões consideradas positivas. Já Netanyahu, em comunicação pública, informou que Israel manteria ações contra alvos iranianos e de Hizbollah, mesmo diante de possíveis avanços diplomáticos.
Conflitos militares também avançaram. Israel disse ter realizado ataques de larga escala contra alvos no Irã e em setores estratégicos, enquanto Teerã informou lançamentos de mísseis contra a região dos Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.
Seguintes acontecimentos
Na região, Beirute sofreu novo ataque aéreo em bairros do sul, controlados pelo Hezbollah, após ordens de evacuação locais. A presença militar britânica também ganhou contornos com a chegada do destróier HMS Dragon ao Mediterrâneo, em resposta a ataques anteriores.
Ações de outros países europeus tiveram efeitos práticos, com a Itália e a França intensificando suporte naval próximo a Cyprus. A Eslovênia adotou medidas de racionamento de combustível para mitigar impactos da crise.
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