- ministros das Relações Exteriores árabes e islâmicos, de vários países, realizaram uma reunião em Riade e emitiram uma declaração conjunta.
- pedem que o Irã cesse ataques com mísseis balísticos e drones, que atingiram áreas civis, infraestrutura crítica e instalações diplomáticas.
- reafirmam o direito de defesa dos estados, conforme o Artigo cinquenta e um da Carta das Nações Unidas.
- dizem que o futuro das relações com Teerã depende do respeito à soberania, da não intervenção nos assuntos internos e da abstinência de uso de capacidades militares para ameaçar a região.
- exigem que o Irã cesse o apoio e o fornecimento de armas a milícias na região e alertam para a importância de manter a navegação segura no Estreito de Ormuz e no Estreito de Bab el-Mandeb.
Em uma declaração conjunta, ministros das Relações Exteriores árabes e islâmicos cobraram o Irã para que repense seus ataques, defendendo o direito de se defender conforme o direito internacional. A nota afirma que as ações iranianas resultaram em danos a áreas civis e infraestrutura crítica da região.
A reunião ocorreu em Riade, na Arábia Saudita, nesta quinta-feira 19, reunindo representantes de 13 países. Entre os participantes estavam Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Turquia, Egito, Jordânia, Kuwait, Bahrein, Líbano, Paquistão, Azerbaijão e Síria.
Pedidos e base legal
Os ministros condenaram os ataques com mísseis balísticos e drones, ressaltando que não há justificativa para as ações. Eles destacaram o direito de defesa dos estados, conforme o Artigo 51 da Carta das Nações Unidas.
Relações futuras com Teerã
A declaração aponta que o futuro das relações com o Irã dependerá do respeito à soberania, da não intervenção em assuntos internos e da abstinência de usar capacidades militares contra a região. O texto também enfatiza a importância de evitar ameaças a outros países.
Apoio a milícias e segurança marítima
Os ministros pediram que o Irã encerre o apoio, financiamento e fornecimento de armas a milícias aliadas em países árabes, indicando que tais ações afetam a estabilidade regional. Também alertaram contra interrupções na navegação, citando o Estreito de Ormuz e o Estreito de Bab el-Mandeb como pontos sensíveis para a segurança marítima.
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