- Conflito entre Estados Unidos e Israel contra Irã já dura 19 dias, com ataques que ceifaram vários líderes da cúpula iraniana, começando pelo ayatolá Ali Jameneí no dia 28 de fevereiro.
- Entre os alvos estão o segundo homem mais importante do país, Ali Larijani, e o ministro da Inteligência, Esmail Jatib, além de outros membros-chave das Forças Armadas.
- O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o objetivo era provocar o fim do regime iraniano, sugerindo que aquele poderia ser a “única oportunidade” de mudanças para o povo do Irã.
- A assessoria de inteligência dos Estados Unidos informou que o regime iraniano, embora ainda existente, está “muito debilitado” pela operação Furia Épica, e que pode tentar reconstruir suas forças no longo prazo.
- Até quarta-feira, a ofensiva deixou 3.114 mortos, sendo 1.354 civis, dos quais 207 eram crianças, conforme a ONG HRANA.
Na guerra entre EUA e Israel contra Irã, líderes da cúpula iraniana foram alvos de ataques consecutivos em menos de três semanas. A ofensiva começou em 28 de fevereiro e, desde então, matou dezenas de figuras-chave da República Islâmica.
O líder supremo Ali Jameneí foi o primeiro alvo, seguido por outros políticos e militares de alto escalão. A sequência de ataques incluiu o presidente de Israel e informações sobre a resposta de Teerã, com impactos significativos para a liderança iraniana.
Nos dias seguintes, nomes como Ali Larijani e Esmail Jatib — ministro da Inteligência — estamparam os golpes, enquanto alguns já haviam sobrevivido a ações anteriores em guerras passadas. O ritmo dos ataques manteve-se intenso.
O governo dos EUA adotou tom cauteloso. A diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, afirmou que o regime permanece, ainda que enfraquecido pela operação, e que Iran e aliados podem tentar um período de reconstrução dos seus arsenais.
Segundo dados da ONG HRANA, até quarta-feira o conflito já deixou 3.114 mortos, entre civis e combatentes, dos quais 1.354 são civiles, incluindo 207 crianças. Os números refletem o impacto humano da ofensiva.
Os agentes da operação seguem em atividade, com avaliações sobre o futuro da região. Especialistas apontam que o enfraquecimento não elimina o regime, que pode buscar novas estratégias de retaliação ou de recuperação militar.
Entre na conversa da comunidade