- 17 de março de 2026: ataque aéreo paquistanês a um centro de reabilitação de drogas em Kabul deixa mais de 400 mortos e 265 feridos; governo talibã afegão acusa Paquistão, que nega e afirma ter atingido um acampamento militar e infraestrutura terrorista.
- 27 de fevereiro de 2026: ataques aéreos paquistaneses atingem 22 alvos militares afegãos; pelo menos 12 soldados paquistaneses mortos e 274 integrantes do Talibã/ militantes também mortos em 24 horas.
- 3 de março de 2026: tropas paquistanesas e afegãs se enfrentam em vários pontos da fronteira; missão da Organização das Nações Unidas para o Afeganistão apontou 42 civis mortos nos seis dias anteriores.
- 12 de março de 2026: mediação chinesa ajuda a reduzir as tensões; embaixador chinês em Paquistão teve reunião com o primeiro-ministro paquistanês, com mensagem de Xi Jinping para cessar hostilidades.
- 13 de março de 2026: Paquistão bombardeia depósito de combustível da Kam Air perto do aeroporto de Kandahar e ataca áreas residenciais em Cabul, com mortos e feridos.
O governo talibã de Afeganistão informou que mais de 400 pessoas foram mortas e 265 ficaram feridas em um ataque aéreo do Paquistão a um centro de reabilitação de drogas em Kabul. Islamabad nega a acusação e afirma ter atingido um acampamento militar e infraestrutura terrorista. A cobrança gerou tensão entre os dois países, que já foram próximos aliados.
Segundo a apuração oficial, o incidente ocorreu no contexto de escalada recente de combates na região; moradores relatam danos diretos a instalações civis, com impacto na população local. As informações foram confirmadas por autoridades afegãs, sem divulgação de números adicionais independentes.
Entre outubro de 2025 e março de 2026, houve episódios de hostilidade entre Paquistão e Afeganistão, incluindo ataques a alvos militares e confrontos fronteiriços. Organizações internacionais destacam a necessidade de cessar-fogo e negociações para evitar mais perdas civis.
Panorama recente de confrontos
Em fevereiro de 2026, o Paquistão anunciou ataques a alvos militares afegãos, com estimativa de perdas de integrantes das forças insurgentes e de soldados paquistaneses. O governo afegão informou retaliações e danos a alvos civis, ampliando a tensão na fronteira.
Em março de 2026, múltiplos confrontos ao longo da fronteira foram reportados, com 42 civis mortos segundo casos acompanhados por órgãos da ONU. A comunidade internacional pediu contenção e abertura de canais de diálogo.
Esforços de mediação
Fontes oficiais indicaram que esforços de mediação chinesa tiveram impactos na diminuição momentânea de tensões. A agenda incluiu mensagens de alto nível entre autoridades de ambos os lados e líderes de países aliados, visando cessar hostilidades.
Em 12 de março, autoridades chinesas teriam intermediado encontros entre representantes paquistaneses e afegãos, com sinalização de vontade de reduzir confrontos. A situação permanece instável e sujeita a novas ações militares.
Situação atual e próximos passos
Até o momento, não há um acordo duradouro de paz anunciado. Países terceiros e organizações internacionais seguem monitorando o desenrolar do conflito, enfatizando a proteção de civis e o acesso humanitário às áreas afetadas.
As informações sobre o episódio de 17 de março indicam divergências sobre a autoria do ataque em Kabul. Autoridades paquistanesas reiteraram a acusação de ações contra infraestrutura ligada a grupos extremistas, enquanto o governo afegão mantém o relatório de ataque a um centro de reabilitação.
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