- Israel intensifica a ofensiva contra o Hezbolá na fronteira norte; o governo libanês informou 850 mortos no Líbano em menos de duas semanas, incluindo 107 crianças e 32 paramédicos.
- O Exército de Israel ampliou ataques desde março e avisou que bombardeará qualquer um próximo às posições do Hezbolá; Beirute segue sob pressão com evacuações de áreas urbanas.
- O ministro de Exteriores de Israel negou que haja negociações de cessar-fogo com o Líbano; Donald Trump afirmou não estar disposto a acordo com o Irã, mantendo a escalada.
- Países do Golfo dizem ter interceptado ataques iranianos; Irã responde com novos lançamentos de mísseis e drones contra Israel, aumentando a violência regional.
- Organização Mundial da Saúde registrou 27 ataques verificados contra pessoal ou infraestrutura médica; Human Rights Watch considera ilegais os desengajamentos civis e ataques a caminhões em zonas com Hezbolá.
Elas seguem mais de três semanas de conflito no Oriente Médio, com ataques entre Israel, Irã e grupos apoiados por Teerã. O foco está na fronteira norte de Israel e na fronte Libanesa, onde civis e militares sofrem com resposta de ambos os lados.
O envio de bombardeios e disparos requisita novas contagens de vítimas. O Ministério da Saúde do Líbano informou 24 mortes desde sábado, elevando o total para 850 em menos de duas semanas. Israel amplia seus ataques contra a milícia Hezbollah, que atua com apoio do Irã.
Israel alegou ampliar objetivos militares e advertiu que pode bombardear qualquer elemento próximo às posições de Hezbollah. O governo libanês confirma dezenas de ataques na fronteira e ressalta a escalada que envolve território libanês.
Contexto e participação
Gideon Saar, ministro de Relações Exteriores de Israel, negou negociações de tregua com o Líbano. Washington, Israel e Teerã reafirmam posições opostas, dificultando qualquer acordo de alto ao fogo. O conflito já envolve Líbano, Irã e, em menor escala, países do Golfo.
Desde o início de março, a ofensiva israelense resulta em uma contagem alta de mortos entre civis libaneses, com milhares de deslocados. O presidente francês, Emmanuel Macron, solicitou que o Líbano não mergulhe no caos e ofereceu Paris como local para eventuais negociações.
Impactos humanitários e geopolítica
O financiamento de serviços médicos é severamente afetado; a OMS registrou ataques a estruturas de saúde, incluindo uma unidade básica que deixou 12 mortos. Organizações de direitos humanos ressaltam violação de leis humanitárias ao atacar veículos e rotas civis.
Estados Unidos conduzem ações militares contra alvos na região, incluindo o bombardeio de Jarg, uma base logística iraniana. Washington indica que pode intensificar ataques, enquanto Teerã lança mísseis e drones contra bases na região do Golfo.
Reações internacionais
O Irã nega que a liderança esteja incapacitada e diz que Jamenei está em pleno controle. Autoridades iranianas sinalizam abertura a iniciativas regionais, mas sem propostas concretas anunciadas. Países vizinhos reportam interceptação de ataques e reforço de defesas aéreas.
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