- A administração de Donald Trump rejeitou esforços de aliados para abrir negociações diplomáticas visando um cessar‑fogo na guerra com o Irã.
- O Irã, por sua parte, exige o fim imediato dos ataques dos EUA e de Israel antes de qualquer negociação de cessar‑fogo.
- Omã e Egito tentaram mediar canais de comunicação, mas Washington e Teerã parecem inclinados a manter o conflito.
- O conflito já deixou mais de 2.000 mortos e provocou a maior interrupção de fornecimento de petróleo, com o Estreito de Hormuz fechado pelo Irã.
- As posições seguem duras de ambos os lados, com autoridades americanas discutindo a pressão militar e o Irã reforçando que não haverá negociações.
Trump rejeita esforços para abrir negociações de cessar-fogo com o Irã, segundo fontes familiarizadas com o tema. Washington não demonstrou interesse em iniciar diplomacy para encerrar o conflito que se intensifica há duas semanas com ataques EUA-Israel, conforme apurado.
O Irã afirma que não há espaço para cessar-fogo enquanto ataques dos EUA e de Israel persistirem. Fontes iranianas disseram a Reuters que várias nações tentaram mediar o fim do confronto, sem progresso até o momento.
A escalada já provocou vítimas civis e interrompeu o abastecimento mundial de petróleo. O estreito de Hormuz, vital para o tráfego marítimo, continua fechado por Teerã, elevando os preços de combustível.
Operações recentes mostram a determinação de Washington em manter a ofensiva. Na sexta-feira, houve ataque aos ativos de Kharg Island, principal hub de exportação de petróleo do Irã, segundo relatos de ataques militares.
O Irã, por sua vez, reforça a intenção de manter o bloqueio do estreito, com o aiatolá Mojtaba Khamenei prometendo ampliar eventuais ataques a países vizinhos se necessário.
Tentativas de mediação eram conduzidas por Omã, que já mediou negociações antes do conflito, e por Egito, além de esforços de ombros diplomáticos vindos de Omã, Egito e de autoridades iranianas.
Fontes informam que Washington deixou claro não ter interesse em retomar diálogos no momento e continua priorizando ações militares contra alvos iranianos para reduzir a capacidade militar de Teerã.
Especialistas indicam que, com as posições endurecidas de ambos os lados, há pouca expectativa de rápida retomada de negociações. A pressão sobre preços do petróleo aumenta frente a uma crise prolongada.
As consequências humanitárias do conflito seguem relevantes, com impacto direto nas cadeias globais de energia e incerteza geopolítica. Autoridades de diversos países acompanham os desdobramentos de perto. Fonte: Reuters.
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