- O Ministério da Defesa da Turquia informou que as defesas aéreas da OTAN no Mediterrâneo oriental interceptaram o terceiro míssil balístico lançado do Irã em direção à Turquia e pediu esclarecimentos a Teerã.
- A Turquia já tinha dito que o primeiro míssil foi abatido no trajeto para o espaço aéreo turco (em 4 de março) e o segundo nele (em 9 de março).
- Os ataques representam um teste para Ancara e para a aliança, que tem protestado formalmente, mas não pediu proteção formal à OTAN.
- As medidas necessárias estão sendo tomadas de forma decisiva, com consultas entre os países relevantes para esclarecer todos os aspectos do incidentes, segundo o ministério.
- Após os incidentes, a OTAN reforçou as defesas de mísseis na região e destacou o sistema de defesa Patriot dos Estados Unidos na província de Malatya, no sudeste da Turquia, para ampliar a proteção na base de radar de Kürecik.
A Defesa turca informou que as defesas aéreas da OTAN, no leste do Mediterrâneo, interceptaram o terceiro míssil balístico lançado do Irã em direção à Turquia. Ankara pediu esclarecimentos a Teerã sobre o incidente.
A Turquia já tinha indicado que o primeiro míssil foi abatido antes de chegar ao espaço aéreo turco, no dia 4 de março. O segundo míssil, abatido no dia 9, entrou no espaço aéreo turco, segundo o ministério da defesa.
O episódio ocorre em meio a tensões regionais e reforça o papel de Bruxelas na defesa aérea. A Turquia pediu esclarecimentos ao Irã e reforçou que tomará medidas decisivas contra qualquer ameaça ao seu território e espaço aéreo.
Para ampliar a proteção, a OTAN já aumentou as defesas balísticas na região e implantou, no sudeste turco, o sistema de defesa Patriot dos EUA, usado na base de radar de Kürecik. As consultas com os países relevantes seguem em curso, segundo o ministério turco.
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