- Israel lançou uma nova fase do ataque contra o Irã, mirando postos de controle do Corpo Revolucionário Islâmico (IRGC) com base em informantes no terreno.
- A estratégia indica intensificação dos esforços para enfraquecer as forças de elite do Irã, em operação conjunta com os Estados Unidos.
- Os objetivos de Israel incluem destruir capacidades militares e nucleares do Irã e criar condições para, eventualmente, a mudança de governo, segundo a reportagem.
- Na quinta-feira, o Exército israelense afirmou ter atingido postos em Teerã operados pelo Basij, força paramilitar ligada ao IRGC.
- A fonte anônima afirmou que informantes em Teerã repassaram às Forças de Defesa de Israel a localização de três postos que teriam sido atingidos nos últimos três dias; não houve confirmação oficial de resposta.
Israeliana lança nova fase de ataque a Irã, mirando pontos de controle operados pelo Corpo da Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC) com base em informações de informantes no terreno, disse a Reuters, citando uma fonte com conhecimento da estratégia militar.
O levantamento indica intensificação das ações de Israel para enfraquecer as forças de elite do Irã, em um esforço que ocorre em conjunto com bombardeios aéreos realizados com apoio dos Estados Unidos, segundo a mesma fonte.
As autoridades de Israel apontam objetivos de guerra que incluem destruir capacidades militares e nucleares do Irã, além de criar condições para desestabilizar o governo iraniano. Contudo, a primeira-ministra Benjamín Netanyahu afirmou que esse desfecho é incerto.
Nesta quinta-feira, o Exército informou ter atingido pontos de controle em Teerã operados pelo Basij, força paramilitar vinculada ao IRGC, usada com frequência para conter protestos no interior do país.
Segundo a fonte, informantes em Teerã teriam repassado à Israel a localização de três pontos atacados nos últimos três dias. Não foi possível confirmar se entre eles estariam postos do Basij, conforme a avaliação inicial.
A divulgação sobre o uso de informantes foi inicialmente publicada pelo Wall Street Journal, em referência aos métodos de identificação de alvos. O Exército israelense não respondeu de imediato a pedidos de comentário.
Fonte: Reuters, com apuração de Emily Rose e edição de Rami Ayyub e Peter Graff.
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