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Irã ameaça retaliação após Trump afirmar que alvos em Kharg foram obliterados

Irã ameaça retaliação após Trump afirmar que alvos em Kharg Island foram obliterados; EUA dizem que infraestrutura de petróleo pode ser atingida se Passage via Hormuz for desafiado

president Donald Trump speaks to reporters before he boards Air Force One, Friday, 13 March 2026, at Joint Base Andrews, Md., for a trip to Florida.
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  • Trump afirmou que Irã foi “totalmente derrotado” na campanha dos EUA e de Israel e disse que não aceitaria acordo; afirmou que, se Irã atrapalhar a passagem de navios pelo Estreito de Hormuz, reconsiderará a decisão sobre Kharg Island.
  • O governo iraniano prometeu destruir infraestrutura de petróleo associada a empresas que cooperam com os EUA em retaliação a ataques; a declaração foi feita após a fala de Trump sobre Kharg Island.
  • O Pentágono autorizou o envio de um grupo anfíbio com navios e cerca de cinco mil Marines para o Oriente Médio, ampliando a presença militar na região.
  • A ONU pediu passagem segura de ajuda humanitária pelo Estreito de Hormuz, dizendo que conflitos dificultam o fluxo de alimentos e remédios; até agora, setenta e sete navios já cruzaram o estreito neste mês.
  • Israel informou evacuação imediata de uma área industrial em Tabriz, no Irã, para evitar danos durante operações previstas na região.

Os acontecimentos no Oriente Médio seguem em escalada após declarações do presidente dos EUA sobre estratégias contra o Irã e ataques a alvos energéticos. Trump afirmou que o Irã foi suficientemente derrotado na campanha militar e ameaçou agir caso Teerã impeça a passagem de navios pelo estreito de Hormuz. O Irã prometeu retaliação e afirmou que destruirá infraestrutura de petróleo ligada a parceiros dos EUA, caso ocorram ataques.

Em meio a isso, o governo israelense emitiu um alerta de evacuação para uma área industrial de Tabriz, no noroeste do Irã, informando que operações seriam concentradas na região nas próximas horas. O complexo da embaixada dos EUA em Bagdá continua sob risco, alvo de ataques de milícias alinhadas ao Irã, segundo relatos publicados na imprensa.

Contexto e principais atores

Oกา uso de força envolve EUA, Israel e forças aliadas, com resposta verbal contundente de Teerã. O ministério de energia dos EUA sinalizou que o petróleo da reserva estratégica deve entrar no mercado até o fim da próxima semana, a fim de conter altas de preço. A Administração norte-americana também desloca tropas e navios para o Oriente Médio, incluindo uma unidade anfíbia com Marines, conforme fontes de veículos de imprensa.

O Conselho de Segurança da ONU pediu passagem segura de ajuda humanitária pelo estreito de Hormuz, enquanto a guerra afeta rotas comerciais. Tom Fletcher, enviado humanitário, ressaltou que a interrupção de abastecimentos agrava custos e dificulta entrega de itens como alimentos e remédios. Até o momento, o tráfego pelo estreito teve queda expressiva neste mês.

Movimentação internacional e impactos

No âmbito político, Washington mantém postura de evitar confronto direto com o Irã, mas sinalizações de retaliação aumentam a volatilidade regional. Relatórios de veículos de informação indicam que a defesa dos EUA aprovou uma possível ampliação do destacamento no Golfo, com navios e milhares de militares, em resposta a ameaças ou ataques.

No front nacional, Irã e seus aliados relatam ataques a instalações americanas e de parceiros, com cobrança de ações proporcionais. A cada nova ameaça, há o temor de que a região entre em uma espiral de violência que afete ainda mais civis e infraestrutura.

Situação humanitária e logística

Especialistas destacam que a passagem de ajuda humanitária pelo estreito de Hormuz pode se tornar mais cara e demorada diante dos bloqueios e das operações militares. Organizações humanitárias orientam reforçar rotas alternativas para o atendimento de necessidades básicas, especialmente em zonas de conflito próximo a fronteiras. O objetivo é evitar agravamento de crises já existentes na região.

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