- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que é um “grande honra” matar os responsáveis pelo regime iraniano, a quem chamou de “escória transtornada”.
- O Tesouro dos EUA propôs que uma coalizão internacional liderada pela marinha dos EUA acompanhe navios petroleiros pelo estreito de Ormuz; também autorizará temporariamente a compra de petróleo russo em trânsito para conter a alta dos preços.
- Uma milícia pró-iraní reivindicou ter derrubado um avião cisterna americano; Washington nega que tenha sido atingido por fogo hostil, mas confirma outro avião envolvido e informou ter iniciado uma operação de resgate.
- Um ataque na região norte de Israel deixou mais de cinquenta pessoas feridas, segundo relatos da região afetada.
- O embaixador do Irã na ONU afirmou que Teerã não fechará o estreito de Ormuz, mas que preservar a paz e a segurança na rota é seu direito.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse considerar um possível objetivo de “ganhar a guerra no Irã”, descrevendo o regime iraniano como responsável pelo conflito. As declarações elevam a retórica em meio a ataques na região e pressão sobre o mercado de petróleo.
O Tesouro dos EUA anunciou medidas para conter a escalada de preços: autorizar venda temporária de petróleo russo que esteja em trânsito e destacar uma coalizão naval liderada pelos EUA para escoltas no estreito de Ormuz. A operação busca manter fluxo de óleo mundial estável.
Uma milícia pró-Iran reivindicou ter derrubado um avião cisterna americano no Iraque. Washington pediu esclarecimentos, negando que o incidente tenha ocorrido por fogo hostil, e informou ter iniciado uma operação de resgate após o ataque.
Outro ataque, desta vez em Israel, deixou mais de 50 pessoas feridas no norte do país após impacto de um míssil. O multilateral conflito inclui ações de retaliação envolvendo Israel e forças iranianas alinhadas a grupos na região.
Em Paris, o presidente francês declarou que um soldado francês morto em um ataque no Iraque, na madrugada de hoje, foi reconhecido. As informações apontam para um saldo de vítimas em operações que se entrelaçam com a violência entre potências regionais.
O embaixador do Irã na ONU informou que Teerã não fechará o estreito de Ormuz, mas reforçou que manter a navegação é direito do país para preservar a paz e a segurança nesta rota estratégica global.
Fonte: cobertura internacional publicada pelo El País, compilando relatos de autoridades e agências internacionais. O material destaca posições oficiais de EUA, Irã e aliados, sem conclusão única sobre o desenlace do conflito.
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