- O chefe da Rosatom, Alexei Likhachev, alertou sobre aumento de riscos militares ao redor da usina nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia.
- Segundo ele, têm aumentado ataques de artilharia, drones e morteiros nos últimos meses.
- A zona industrial da usina fica sob ataque constante, alternando entre artilharia e drones, o que provoca quedas de energia de vez em quando.
- Likhachev disse que a Rússia apoia a iniciativa do diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA), Rafael Grossi, para estabelecer um cessar-fogo ao redor da usina, visando restabelecer o fornecimento de energia.
- O cessar-fogo já foi declarado pela quinta vez no início deste mês.
O chefe da Rosatom, empresa estatal russa de energia nuclear, alertou sobre aumento dos riscos militares nas proximidades da usina de Zaporizhzhia, na Ucrânia, em meio ao combate na região. A mensagem foi feita em Moscou após reunião com o diretor-geral da IAEA, Rafael Grossi.
Segundo Alexei Likhachev, os disparos de artilharia, ataques de drones e fogo de morteiro têm crescido nos últimos meses, impactando a zona industrial da usina. Ainda conforme ele, ocorrem interrupções no fornecimento de energia em momentos esporádicos.
Likhachev afirmou que a Rússia recebe positivamente a iniciativa de Grossi para estabelecer uma área de cessar-fogo ao redor da usina, com o objetivo de restabelecer o abastecimento. O pleito busca reduzir a hostilidade na região.
O dirigente informou que o cessar-fogo já havia sido anunciado pela quinta vez no início deste mês, em meio ao histórico de confrontos entre forças russas e ucranianas na área. A usina permanece sob monitoramento internacional.
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