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Confronto no estreito de Ormuz se agrava com ataque a três navios de carga

Três navios foram atingidos no estreito de Ormuz; o tráfego global de petróleo cai e o total de ataques desde o início do conflito chega a quatorze embarcações

Una embarcación de la Guardia Revolucionaria iraní realizaba un ejercicio militar en el Estrecho de Ormuz (en el Golfo Pérsico, al sur de Irán) el pasado 17 de febrero, nueve días antes del comienzo de la guerra.
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  • Três embarcações de carga foram atingidas por projéteis de origem desconhecida no estreito de Ormuz; o Mayuree Naree, graneleiro com bandeira tailandesa, teve incêndio, que foi controlado, e a tripulação permaneceu a bordo; o One Majesty sofreu danos menores e o Star Gwyneth também foi atingido, com tripulações salvas.
  • O estreito de Ormuz continua sendo uma rota essencial, responsável por cerca de 20% do fornecimento mundial de petróleo e gás, cuja circulação caiu desde o início do conflito em 28 de fevereiro; já são ao menos quatorze barcos atacados.
  • O United Kingdom Maritime Trade Operations informou que o incêndio no Mayuree Naree foi extinto e não houve impacto ambiental; as tripulações permaneceram no navio.
  • O comando central dos Estados Unidos afirmou ter “eliminado” dezesseis embarcações iranianas dedicadas a colocar minas na área de Ormuz; o presidente Donald Trump pediu a retirada imediata de eventuais minas e disse estar pronto para ações adicionais.
  • O confronto envolve ataques aéreos entre Estados Unidos e Israel contra pontos do Irã, com Irã prometendo retaliação; no Oriente Médio, há mobilização de forças e receios de nova escalada, sem relatos de danos civis imediatos em algumas áreas.

Tres embarcações de carga foram atingidas por projéteis de origem desconhecida no estreito de Ormuz, entre Irã e os Emirados, nesta semana. O ataque ocorreu em momentos de escalada entre EUA, Iran e aliados na região, sem confirmação de responsáveis até o momento.

O graneleiro Mayuree Naree, com bandeira da Tailândia, pegou fogo a cerca de 20,4 km ao norte de Omã. O fogo foi contido e não houve dano ambiental, segundo o UKMTO, que acompanha segurança de navios no comércio internacional. A tripulação permaneceu a bordo.

O portacontêiner One Majesty, com bandeira do Japão, sofreu danos menores a 46 km ao noroeste de Ras al Khaimah. Os tripulantes estão bem e o navio segue para um fondeio seguro, conforme relatos. Também houve impacto no casco do Star Gwyneth, graneleiro de bandeira das Ilhas Marshall, a cerca de 92,6 km ao noroeste de Dubai.

Segundo a Vanguard, empresa de gestão de riscos, o Star Gwyneth teve o casco danificado por um projétil desconhecido. A tripulação permanece a salvo e o navio continua sob avaliação. O tráfego pelo estreito, rota estratégica para aproximadamente 20% do petróleo e gás globais, registrou queda acentuada desde o início do conflito.

Estados Unidos afirmou ter eliminado 16 embarcações iranianas supostamente vinculadas à colocação de minas próximas ao estreito. O Pentágono divulgou o balanço e ressaltou que qualquer mina será retirada. A notícia gerou dúvidas sobre o andamento de escoltas militares na via marítima.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ter eliminado minas inativas e pediu a retirada urgente de qualquer artefato remanescente, sob pena de responder com medidas militares. O governo comentou que utiliza tecnologia para neutralizar navios minadores, sem detalhar operações.

Paralelamente, ataques aéreos entre EUA, Israel e Irã prosseguem, com impactos em Israel, Líbano e região. O Iraque e outros países vizinhos relatam mobilizações e alertas de defesa. As hostilidades intensificaram deslocamentos humanos e tensões políticas locais.

Enquanto isso, o Irã anunciou que responderá a ações de EUA e Israel em áreas civis, afirmou o porta-voz de forças armadas. No Líbano, Israel intensificou ações contra o grupo Hezbollah, em contexto de retaliação e apoio regional, segundo fontes oficiais.

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