Em Alta NotíciasFutebolPolíticaBrasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Teerã enfrenta a pior noite de ataques, com EUA sinalizando possíveis novas ações

Teerã encara a noite mais intensa de bombardeios, com quedas de energia, relatos de explosões e promessas de ataques contínuos por EUA e Israel

A motorcycle passes by fire burning along Tehran's Koohsar Boulevard after strikes.
0:00
Carregando...
0:00
  • Teerã viveu a noite mais intensa de bombardeios já relatada, com explosões seguidas, prédios em chamas e cortes de energia; a OMS pediu que a população fique dentro de casa por risco de chuva negra e problemas respiratórios.
  • Israel, com apoio dos EUA, afirmou ter atingido uma instalação de desenvolvimento de armas; ataques também afetaram infraestrutura e comunicações na região.
  • O balanço de mortos civis no Irã chegou a pelo menos mil duzentos e quarenta e cinco, incluindo cento e noventa e quatro crianças; há danos generalizados e interrupções de serviços.
  • Chefes de governo dos EUA emitiram mensagens contraditórias: o presidente Donald Trump disse que a guerra está “muito completa”, enquanto o secretário de defesa, Pete Hegseth, afirmou que terminará no “nosso tempo” e prometeu ataques ainda mais intensos.
  • Em áreas vizinhas, Bahrain registrou uma morte e oito feridos, os Emirados Árabes Unidos relataram mortes por detritos de mísseis e Dubai, apesar do bombardeio, continua com atividades; até o momento, sete militares dos EUA morreram no conflito.

Os bombardeios intensos seguiram noite adentro em Teerã, com moradores relatando o que chamaram de pior noite de ataques aéreos desde o início do ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel. Fogos, clarões e estalos constantes foram ouvidos na capital iraniana, enquanto voos de jatos de ambos os lados permaneciam visíveis no céu.

O porta-voz do governo iraniano e autoridades locais não confirmaram números de vítimas oficiais neste momento, mas um grupo de direitos humanos com sede nos EUA informou ter contabilizado mais de 1.200 civis mortos, incluindo 194 crianças, em todo o território. Em Teerã, residências sofriam com quedas de energia e interrupções nas comunicações.

O governo dos EUA enviou mensagens contraditórias sobre a duração do conflito. Na segunda-feira, o presidente Donald Trump disse que a guerra estaria “muito completa”. Horas depois, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que a guerra seguiria “em nossa linha do tempo” e prometeu que haveria ataques ainda mais intensos em território iraniano.

Desdobramentos regionais

A ação militar conjunta de EUA e Israel atingiu dezenas de alvos, incluindo instalações de desenvolvimento de armas e baseiam-se em operações para degradar capacidades de mísseis, drones e a marinha iraniana. Analistas apontam que a estratégia busca impactar a economia global, com efeitos sobre o preço do petróleo.

Na região, o conflito gerou respostas em cascata: no Líbano, aviões israelenses bombardearam alvos considerados ligados ao Hezbollah; no Bahrein houve um ataque a um prédio residencial, resultando em uma morte e ferimentos. Em Dubai, os relatos indicam retomada gradual das atividades turísticas, apesar de voos comerciais ainda monitorados.

O uso de drones e mísseis por partes envolvidas elevou o temor de danos civis e impactos econômicos globais. A Organização Mundial da Saúde emitiu avisos para que a população se mantenha em ambientes fechados devido à possibilidade de problemas respiratórios decorrentes de poluentes e chuva negra associada aos impactos.

Nader Farid, morador de Dubai, disse que a vida na cidade prossegue apesar do conflito, com atividades no litoral e nos shoppings. Em Teerã, moradores relataram explosões contínuas e uma sensação de medo, com relatos de janelas estilhaçadas e cheiro de pólvora no ar.

A resposta iraniana manteve tom de firmeza, com autoridades afirmando que o país não cessará ações até que haja um custo significativo imposto aos EUA e a Israel. Em redes sociais, o chefe do Conselho de Segurança Nacional, Ali Larijani, ressaltou que a nação não teme ameaças, sugerindo retaliação indireta de alto impacto.

  • The US, segundo relatos oficiais, informou ter atacado milhares de alvos desde o início da campanha, buscando enfraquecer capacidades militares iranianas e restringir rotas de navegação no Golfo, com impactos diretos na segurança energética global.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais