- O presidente de Israel, Isaac Herzog, disse à Bild que não há cronograma para o fim da guerra contra o Irã, enfatizando a necessidade de alcançar o resultado final.
- Ele afirmou que ataques dos EUA e de Israel contra o Irã estão mudando a configuração do Oriente Médio e defendeu ataques a obras petrolíferas iranianas para reduzir recursos da “máquina de guerra” de Teerã.
- A entrevista ocorre em meio a ataques aéreos, descritos como os mais intensos do conflito, conforme relatos de autoridades americanas e iranianas.
- O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, afirmou anteriormente que o país não planeja uma guerra sem fim e está em consulta com Washington sobre quando interrompê-la.
- Herzog disse que eliminar a ameaça iraniana permitiria que o sistema regional respirasse e se desenvolvesse, o que chamou de algo “fantástico”.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, disse ao jornal Bild que não forneceria um prazo para o fim da guerra contra o Irã, enfatizando a necessidade de alcançar o resultado desejado. A declaração aponta para uma abordagem de objetivo, não de tempo.
Herzog afirmou que ataques sobre o Irã realizados pelos EUA e por Israel estão redesenhando a configuração da região, defendendo ações contra alvos petrolíferos iranianos como forma de reduzir recursos do que chama de máquina de guerra do Irã.
A entrevista ocorreu em meio a ataques aéreos considerados entre os mais intensos do conflito, segundo autoridades dos EUA e de Teerã, em um momento de atenção global aos desdobramentos na região.
Contexto diplomático e estratégico
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, já havia dito que o país não planeja uma guerra sem fim e que há consultoria com Washington sobre o momento de interromper as ações ofensivas.
Herzog ainda afirmou que a eliminação da ameaça iraniana permitiria que o sistema regional respire e avance, caracterizando a possibilidade como positiva para o desenvolvimento da região.
Redação Reuters
Entre na conversa da comunidade