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Países ocidentais elevam presença militar no Mediterrâneo Oriental durante Irã

Países ocidentais aumentam presença militar no leste do Mediterrâneo durante o conflito com o Irã, com reforços em Chipre e na região

French President Emmanuel Macron visits the bridge of the French aircraft carrier Charles de Gaulle, on the day of his visit to Cyprus, showing France's solidarity after recent drone attacks amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, and aimed at reinforcing European security in the Eastern Mediterranean, on the Mediterranean Sea.
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  • O confronto com o Irã levou ao aumento da presença militar ocidental no leste do Mediterrâneo, com foco na segurança de Chipre após drone iraniano atingir uma base britânica em 2 de março.
  • Estados Unidos: o porta-aviões USS Gerald R. Ford atracou na base de Souda, em Creta, e seguiu para o leste com navios de escolta carregando mísseis.
  • Reino Unido e França: o Reino Unido enviou helicópteros Wildcat com tecnologia anti‑drone e reforçou Chipre com caças F‑35B e Typhoon FGR4; o destróier HMS Dragon deve seguir para Chipre; a França deslocou o porta‑avioes Charles de Gaulle e cerca de uma dúzia de navios à região, com outra fragata em Souda.
  • Alemanha, Grécia, Itália, Espanha e Holanda: a Alemanha enviou a fragata FGS Nordrhein-Westfalen; Grécia implantou novas frigatas Belharra e Psara, além de F‑16 e um sistema Patriot; Itália enviou a fragata Martinengo; Espanha deslocou a fragata Cristóbal Colón; a Holanda prepara a fragata de defesa aérea Evertsen.
  • Turquia: seis aeronaves F‑16 e sistemas de defesa aérea foram enviados para o norte de Chipre.

O conflito no Irã elevou a presença militar ocidental no Leste do Mediterrâneo, com foco na segurança de Chipre após um drone de fabricação iraniana atingir uma base britânica na ilha em 2 de março. Países aliados reforçam espaço estratégico na região.

Além da presença já estabelecida, navios, aeronaves e tropas foram deslocados para o leste do Mediterrâneo desde 28 de fevereiro, buscando dissuadir ações na região e apoiar rotas marítimas e de patrulha aérea. A escalada alimenta tensões entre potências e dinâmicas regionais.

Ações dos principais países

  • EUA: o porta-aviões USS Gerald R. Ford permaneceu |no porto de Souda, Creta, antes de seguir ao leste com destróieres e malhas de mísseis em patrulha.
  • Reino Unido: helicópteros Wildcat com tecnologia anti-drone, Jets F-35B adicionais em Cyprus, e o destróier HMS Dragon a caminho da ilha.
  • França: porta-aviões Charles de Gaulle lidera uma frota de cerca de uma dúzia de navios no leste do Mediterrâneo; outra fragata francesa ficou em Souda.
  • Alemanha: fragata FGS Nordrhein-Westfalen chegou à região de Chipre em 8 de março.
  • Grécia: belharra Kimon e fragata MEKO 200 Psara, com sistema anti-drone Centauros; 4 F-16V em Sicília? não, em Creta; sistema Patriot em Karpathos para proteção de Creta.
  • Itália: fragata Martinengo integrada a missão EU; atracada em Souda, com planos de seguir a Chipre.
  • Espanha: fragata Cristóbal Colón, classe Álvaro de Bazán, em Souda Bay.
  • Países Baixos: preparação para enviar fragata de defesa aérea HNLMS Evertsen à região.
  • Turquia: seis F-16 e sistemas de defesa aérea enviados ao norte de Chipre, território reconhecido apenas pela Turquia.

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